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RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

A Haco participa do Latam Retail Show, um dos maiores eventos destinados ao varejo brasileiro. O encontro acontece de 27 a 29/08, em São Paulo, e reunirá conteúdo de relevância estratégica, como as transformações digitais, comportamentais e econômicas pelas quais o mercado e a forma de consumir estão passando.  A Haco divulgará a tecnologia RFID, um sistema de etiquetas tecnológicas que melhora a logística, inibe a falsificação de produtos e proporciona melhores experiências ao cliente.

Este ano o evento na capital paulista terá como tema principal ‘A transformação virtuosa do mercado e consumo: última chamada’ e tem como objetivo abordar todas as transformações pelas quais o mercado e a forma de consumir vêm passando.

RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

O maior exemplo desta velocidade é a China, e este será um dos diversos pontos abordados no Congresso: entender esta urgência e como estas mudanças refletem no mercado brasileiro.

Haco divulgará tecnologia RFID

O stand do RFID proporcionará experiências únicas e diferenciadas aos participantes, de modo que possam vivenciar as facilidades que a tecnologias pode agregar. A tecnologia RFID garante um melhor serviço ao consumidor, precisão de praticamente 100% no controle do estoque e um aumento de receita devido ao corte de desperdícios e furtos.

– Saiba mais sobre a tecnologia RFID;

Evento debate futuro do mercado

Para esta edição de 2019 o LATAM Retail Show abordará palestras e painéis exclusivos com os principais líderes do mercado como as transformações afetam todo o ecossistema de negócios: indústrias, varejistas, shopping centers, franquias, colaboradores, fornecedores, parceiros, investidores até chegar ao cliente final.

Serão três dias de palestras com conteúdo intenso com mais de 250 palestrantes renomados aprofundando como a transformação afeta todos os pilares do varejo.

Serviço

O quê: Latam Retail Show

Quando: 27 a 29 de agosto, das 10h às 20h

Onde: Expo Center Norte, rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo

Inscrições: https://latamretailshow.com.br/

Gestão ambiental: saiba o que fazer com os resíduos têxteis

Gestão ambiental: saiba o que fazer com os resíduos têxteis

A gestão ambiental de resíduos têxteis têm sido um dos maiores desafios enfrentados pelo setor. E não é para menos: o Brasil é o quarto maior parque produtivo do mundo, de acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

No entanto, várias iniciativas criativas têm mostrado que não só essa gestão ambiental é viável, como pode ser muito lucrativa.

O descarte correto dos resíduos têxteis vai além da educação ambiental, transformando-se em renda extra para a própria indústria e também diferenciais perante um público cada vez mais exigente por soluções sustentáveis.

Mas afinal, o que são os resíduos têxteis?

Toda sobra de produção ou restos que parecem não terem mais utilidade são resíduos têxteis – que não só devem ser descartados adequadamente como podem, sim, ser reaproveitados.

A questão é tão séria que há, inclusive, uma lei que determina o máximo de reaproveitamento, reciclagem e minimização dos resíduos têxteis a Lei 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A falta de gestão ambiental, portanto, seja por falta de informação ou pura negligência, pode ser responsabilizada criminalmente.

Por outro lado, a própria gestão ambiental dos resíduos têxteis traz vários benefícios para a indústria.

Um deles, por exemplo, é a geração de um desenvolvimento sustentável, identificando deficiências do processo produtivo que podem evitar custos desnecessários e desperdícios.

Da mesma forma, a coleta seletiva eficiente pode ajudar as indústrias têxteis a fazerem mais dinheiro.

Aparas e retalhos podem ser utilizados não só pela própria empresa, mas também em outras tipologias industriais, como a automobilística, fabricação de barbantes, mantas acústicas, produtos esportivos, artesanatos etc.

Apesar disso, a maioria acaba indo para o lixo comum, sobrecarregando os aterros sanitários.

De acordo com a Abit, estima-se que no mínimo sejam geradas 170 mil toneladas de resíduos têxteis por ano no país. O cálculo toma por base uma perda média de 10% do tecido no processo de corte para a confecção.

Desse total, ainda segundo a Associação, 40% são processados por empresas de reciclagem, mas a maioria, 60% (cerca de 100 mil toneladas) são descartados nos aterros sanitários.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

A educação ambiental deve fazer parte da rotina das indústrias têxteis. Dados de 2016 da Inteligência de Mercado (Iemi) mostram que no mercado de vestuário brasileiro é o segundo maior empregador, atrás apenas da Indústria de Transformação.

No total, são mais de 23 mil indústrias gerando mais de 1,10 milhão de empregos diretos e cerca de 6 bilhões de peças produzidas.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Não fica difícil imaginar a quantidade de resíduos têxteis gerados. A gestão ambiental deve, portanto, atuar em diversas frentes. Uma delas é a adoção de medidas que reduzam a produção de retalhos.

Para isso, o primeiro passo é uma mudança de mentalidade. Cada retalho, na verdade, um dia foi comprado como matéria-prima, portanto aproveitá-los ao máximo possível é aumentar o retorno sobre investimento.

Essa redução do desperdício deve ser feita já no planejamento do corte, otimizando o aproveitamento dos tecidos e dos moldes. O ideal é que a perda não chegue a 10%.

Por outro lado, o reaproveitamento precisa ser bem planejado. Há vários tipos de resíduos têxteis que podem contaminar esses retalhos – aí sim tornando-os inúteis para o mercado comprador ou de difícil gestão ambiental. Separá-los e acondicioná-los da forma correta é fundamental.

Por fim, o próprio processo produtivo deve ser repensado de forma a abarcar novos produtos a partir desses retalhos.

Um exemplo de sucesso é o projeto Retrama, desenvolvido pela Fundação Hermann Hering, em Blumenau. Os resíduos têxteis da Hering que seriam jogados fora são transformados em bolsas, cachepôs, chaveiros, jogos americanos, aventais, vasos, etc. Os produtos são feitos de forma artesanal por costureiras aposentadas de cooperativas parceiras da Fundação.

Assim, retalhos tanto podem ser utilizados como detalhes dentro das novas coleções, para a confecção de outras peças ou ainda comercializados com ONGs de apoio a artesãos. Confira aqui mais detalhes sobre o Projeto Trama Afetiva, da Fundação Hermann Hering.

Indústrias têxteis dão bons exemplos de gestão ambiental

Ainda que sejam minoria, não faltam bons exemplos de gestão ambiental, assim como o da Hering. Veja alguns cases de sucesso.

Vicunha Têxtil: reaproveitamento de fios e orientação ao consumidor

A Vicunha Têxtil, por exemplo, segue um rigoroso Sistema de Gestão Ambiental (SGA) potencializando a utilização dos recursos naturais, reduzindo a geração de resíduos e garantindo o perfeito armazenamento e destinação responsáveis.

Para se ter uma ideia, a implantação de um de seus programas ambientais na unidade 1, produtora de índigo no Distrito Industrial de Maracanaú (CE), registrou um ganho médio de 890 mil metros de tecido ao ano.

Através de um processo otimizado, toneladas de fios que antes eram transformadas em estopa passaram a se tornar tecido de primeira qualidade.

Além de produtos alinhados com a proteção ambiental, os consumidores são também orientados a agir de forma sustentável. Todas as etiquetas dos produtos Vicunha, por exemplo, trazem instruções sobre o descarte correto dos resíduos têxteis.

Farm: upcycling com doação de retalhos para artesãs

A Farm está sempre falando sobre sustentabilidade com seus consumidores. No mês de aniversário as clientes VIP Adoro Farm recebem capas de almofadas feitas pelas artesãs do Toque de Mãos e produzidas com tecidos reaproveitados.

A solução de upcycling rende cerca de R$ 7 mil a mais para cada artesã. No total são 70 kg de retalhos doados mensalmente para o Toque de Mãos, da rede Asta. A parceria, que teve início em abril de 2018, já reaproveitou mais de 4 mil quilos de tecidos que iriam para o lixo.

No total a parceria abrange 28 grupos produtivos do Rio de Janeiro, que têm como compromisso retirar os sacos na data marcada, não utilizar os tecidos para a confecção de roupas e colocar a etiqueta da parceria em cada produto.

Altenburg: projeto Arte Social em parceria com a Prefeitura

Em Blumenau a fábrica de roupas de cama Altenburg criou o projeto Arte Social em parceria com a prefeitura local. Através da doação de retalhos para grupos produtivos assistidos pelo programa são confeccionadas almofadas com formatos de peixe, aplicações de fuxico e tirinhas de tecido.

O lucro com a venda é revertido para as comunidades carentes. Assim, 50% são destinados a entidades de Blumenau e os outros 50% às cidades em que os produtos são vendidos.

Brandili Têxtil: fios ecológicos a partir dos resíduos têxteis

A fabricante de roupas infantis Brandili tem cerca de 20 procedimentos e ações com foco na preservação ambiental e na redução do impacto no meio-ambiente. Uma das medidas é o reaproveitamento de resíduos têxteis para a fabricação de fios ecológicos.

O processo conta com empresas parceiras que colaboram para a transformação dos resíduos têxteis e garrafas PET em malhas de fios ecológicos. Como resultado, além da redução do impacto ambiental, houve geração de empregos para a fase de triagem e redução de cerca de R$ 15 mil mensais em custos com transporte e uso de aterros sanitários.

Hering: linha de produtos alternativos

A já citada Hering é um ótimo exemplo de boa gestão ambiental de resíduos têxteis e vai muito além da lojinha com produtos alternativos.

Em 2016 a Fundação Herman Hering criou o projeto Trama Afetiva, que orienta estudantes e profissionais para as práticas da chamada economia afetiva.

A primeira edição do projeto reuniu nomes como o de Alexandre Herchcovitch, parceiro da Haco, Marcelo Rosenbaum e Patrícia Centurion.

A experiência colaborativa que acontece sob a batuta do jornalista e diretor criativo Jackson Araujo gira em torno da reciclagem com foco em design, moda e empreendedorismo.

Na segunda edição, em 2018, o foco foi o reaproveitamento de malhas de algodão de estoques antigos e de resíduos têxteis gerados pela Cia. Hering.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Além de Alexandre Herchcovitch e Marcelo Rosenbaum, que repetiram a dobradinha, participou ainda a estilista Itiana Pasetti, co-fundadora da marca Revoada, que reutiliza câmaras de pneus e nylon de guarda-chuvas como matérias-primas para produzir bolsas, mochilas e carteiras.

No final de 2017 a Fundação Hermann Hering e a Trama Afetiva criaram uma startup de moda dentro da própria Hering para discutir a reutilização do resíduo têxtil.

Seis meses depois surgiu o projeto Folha, que lançou sua primeira coleção feita apenas com material já existente. Para os idealizadores, é um ganho duplo: mais geração de dinheiro e ganho de espaço.

Upcycling dentro do upcycling

Por outro lado, o setor de talharia da Hering repassa retalhos e sobras de tecidos tanto para os trameiros criarem novos produtos, quanto para as cooperativas parceiras que reproduzem os materiais desenvolvidos.

No entanto, essa mesma produção acaba gerando novos resíduos têxteis, micro sobras que já não têm possibilidade de uso. Entra em cena então uma nova parceria, dessa vez com a Eurofios.

A empresa recebe essas micro sobras, separa, seleciona e consegue reciclar ainda mais desfibrando tudo e criando novos fios. Hoje a empresa é a maior do Brasil na produção de barbantes ecológicos.

As cores, por sua vez, são sólidas e resultantes apenas da seleção dos resíduos têxteis, evitando a utilização de água e de tingimentos no processo de produção.

Gestão ambiental: menos desperdício, mais dinheiro, sustentabilidade e valor agregado

Qualquer investimento em gestão ambiental feita pelas indústrias têxteis está longe de ser um gasto, mas um ganho de diversas formas.

Havendo menos desperdício no corte e na modelagem, há a valorização da matéria-prima.

Dessa forma há redução dos resíduos têxteis, o que, por si só já gera redução nos gastos – com perdas, transporte e uso de aterros sanitários.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Assim é menor o impacto ambiental, mas também maior a economia da empresa.

Por outro lado, o reaproveitamento dos resíduos têxteis – seja em novos produtos, venda para outras empresas, ou doação para projetos sociais – gera renda que pode ser revestida em qualquer setor.

Ao se tornar um agente multiplicador de educação ambiental e atitudes sustentáveis, como através de informações de descarte responsável nas etiquetas, por exemplo, há geração de valor para o consumidor.

A gestão ambiental dos resíduos têxteis se torna um ciclo de benefícios praticamente inesgotáveis para as indústrias têxteis. Basta ter vontade.

Aproveite para conhecer as dicas de Alexandre Herchcovitch para agregar mais valor à sua coleção de moda e descubra como conquistar de vez seu público-alvo!

Saiba tudo sobre as informações obrigatórias que as etiquetas de roupas devem constar

Saiba tudo sobre as informações obrigatórias que as etiquetas de roupas devem constar

Para melhorar cada vez mais a experiência de compra do consumidor e agregar valor aos produtos, as etiquetas devem trazer informações importantes.

Ficar atento ao conteúdo e clareza das informações é fundamental, assim como prover etiquetas capazes de armazenar todas elas de forma eficiente.

Hoje, segundo a lei, toda a cadeia produtiva é responsável pela reparação de qualquer dano causado ao consumidor – independentemente da existência de culpa.

Por outro lado, também é possível agregar valor aos produtos com etiquetas escolhidas de forma estratégica. Afinal, quanto mais bonita e agradável ao toque, menores as chaces de acabarem sendo  removidas pelo consumidor

Veja quais são essas informações e como escolher as melhores etiquetas para seus produtos.

Trend House #10 A décima edição da nossa revista Trend House traz um conteúdo exclusivo sobre a nova coleção de books Haco na Visão do Estilista Alexandre Herchcovitch. Acesse agora!

Confira o que as etiquetas devem informar

De acordo com o CDC, as etiquetas devem fornecer características, tributos incidentes, especificações de quantidade, composição, qualidade e ainda alertar sobre qualquer risco que cada produto pode representar.

No caso do produto têxtil especificamente, a etiqueta deve conter nome, razão social ou marca registrada do fabricante, país de origem, identificação fiscal do fabricante nacional ou CNPJ do importador, nome dos filamentos têxteis ou das fibras e a porcentagem em que aparecem no produto, indicação de tamanho e no mínimo cinco procedimentos para a conservação da peça, expressos através de texto ou símbolos conforme a Norma NM-ISO 3758:2013.

Atenção aos detalhes nas etiquetas

No caso da informação sobre nome, marca ou razão social, é importante saber que razão social ou a marca ou o nome só podem ser abreviados quando as empresas também forem registradas da mesma forma. Seria o caso, como exemplo, País Confec. Com e Ind. Ltda.

Atenção aos detalhes nas etiquetas

No entanto, outras informações, como o tamanho, forma societária (S/A, Ltda., por exemplo) e siglas de identificação fiscal (CNPJ) podem ser abreviados.

A lei determina ainda que todas essas informações não podem ter caracteres inferiores a 2mm. Por outro lado, todos os caracteres devem ter igual destaque.

Ou seja, não pode haver uma parte em letras maiúsculas e outra em minúsculas nem trechos em negrito ou itálico. Todas as informações precisam ter o mesmo tamanho e largura.

Símbolos também têm regras definidas

Além da determinação de que os símbolos estejam em conformidade com a Norma NM-ISO 3758:201, há outras regras que devem ser obedecidas.

A ordem em que os símbolos sobre os cuidados de conservação aparecem deve seguir um critério pré-estabelecido: lavagem, alvejamento, secagem, forma de passar e cuidado têxtil profissional.

Por outro lado, o espaço em que devem estar inseridos deve ser o de um quadrado imaginário de 16 mm², no mínimo. Os próprios símbolos, por sua vez, não podem ter menos que 4mm.

Cuidado com a descrição da composição

Também é preciso ter cuidado com a descrição da composição percentual. A lei determina que ela seja expressa sempre em ordem decrescente e em igual destaque.

Já para as peças que tiverem duas ou mais partes diferenciadas, essa composição deve ser indicada em separado. É o caso, por exemplo de peças com forro (tecido externo 100% algodão, forro 100% poliéster, por exemplo).

Por outro lado, a descrição das fibras ou filamentos também tem sua regrinha. Nunca use nomes comerciais, como Lycra ou Nylon, por que eles não são aceitos por lei. A determinação é que seja utilizada sempre a designação genérica.

Todas as informações constantes nas etiquetas devem ser expressas no idioma do país de consumo.

Agregue valor com etiquetas estratégicas

Essas determinações constam no CDC e na Lei 10.962/2004, regulamentada pelo Decreto 5.903. Ela regula as condições de oferta e a fixação de preços de bens e serviços para o consumidor e dispõe ainda sobre as práticas infracionais que atentam contra o direito básico do consumidor de obter informação adequada e clara sobre produtos e serviços, conforme previsto em outra lei, a 8.078/90.

No entanto, essas são apenas as informações básicas obrigatórias. Nada impede que você disponha também de outras informações. Todas elas, aliás, mesmo as regidas por lei, podem ser distribuídas em uma ou mais etiquetas.

Pegue por exemplo uma t-shirt. No centro da gola pode haver uma etiqueta com o tamanho e o nome da marca. Já na lateral outra etiqueta apresentam a composição, os cuidados de conservação, o CNPJ e o país de origem.

Quanto mais informações você levar ao consumidor, mais valor será agregado à peça. Assim, além das obrigatórias você pode colocar informações sobre o preço e o sistema de troca, por exemplo, ou o site e formas de contato e SAC. Assim até a quantidade de trocas poderá ser reduzida, aumentando a satisfação do cliente.

Etiquetas certas para cada produto também aumenta a satisfação do cliente

Além de serem uma identificação da marca, o próprio material com que as etiquetas são produzidas também agregam valor ao produto. Veja porquê:

  • Em cetim estampado – Toque e aspecto sofisticado, com informações em estampa de alta definição. Como é muito agradável em contato com a pele, dificilmente será cortada da roupa. Além disso, o cetim aceita tingimento de acordo com a identidade da marca.

  • Etiqueta laminada – Tem toque leve e muito macio, e, por ser transparente, tem o efeito da cor da peça, conferindo aspecto diferenciado.

Etiqueta laminada

  • Algodão estampado – Toque extremamente macio, mas de aspecto robusto, conversando muito bem com o segmento jeanswear. A estampa pode ser feita frente e verso.

Algodão estampado

  • Etiqueta em fio neon – Além ser tendência, o toque acetinado com fio neon, destacando a marca de forma criativa, para marcas que querem fugir das etiquetas internas tradicionais de cor branca.

Etiqueta em fio neon

  • Etiqueta emborrachada – Toque muito agradável e não absorve água, perfeita para o segmento Beach/Surfwear. Também pode ser desenvolvida no tom exato desejado, sem prender-se a uma cartela de cores pré-definida.

Etiqueta emborrachada

Agora que você já sabe tudo o que as etiquetas devem conter por lei e, como aproveitar para agregar valor aos seus produtos com elas, faça desse aviamento um diferencial da marca!

Quer saber mais sobre etiquetas e tudo o que elas podem fazer pelas suas peças? Continue acompanhando os posts da Haco e receba sempre as melhores dicas e as últimas novidades!

Como utilizar cadarços para identificar as peças de sua marca

Como utilizar cadarços para identificar as peças de sua marca

As aplicações com cadarços, tiras e faixas já garantiram seu espaço nos guarda-roupas. Disso ninguém mais tem dúvida, certo? A tendência que domina as passarelas mais famosas do mundo nasceu da ideia de trazer inspirações esportivas para o cenário casual.

Além disso, os cadarços são uma ótima oportunidade de identificar a sua marca, já que podem ser personalizados de acordo com as demandas do cliente, o que confere um caráter único às peças das novas coleções.

Em formato de faixas laterais em peças denim, esportivas e casuais, os cadarços também aparecem muito fortemente em acessórios, nas alças de bolsas, cintos personalizados e decorativos em calçados.

Sem limitações para a criatividade, os cadarços vêm em diversos materiais, modelos e cores, como o neon — outra tendência super forte do momento —, então, é uma ótima opção para se diferenciar.

Há algum tempo já podíamos observar a incidência dessa trend, que chegava juntamente com a onda athleisure — migração das peças esportivas para ambientes casuais —  e, da febre logomania — onde o logotipo da marca ganha grande destaque nas peças, trazendo um visual super cool, mesclando os estilos sportswear e vintage.

Selecionamos quatro das principais aplicações que podem inspirar suas coleções. As calças com tiras laterais chamam a atenção para a pegada fashion e descolada. Por outro lado, os cadarços com logos podem ser aplicados também em jeans clássicos e contemporâneos.

A tendência continua no mercado esportivo, onde os acessórios podem ser combinados com moletons de capuz, bonés e camisetas. Confira nossas dicas e inspire-se:

Roupas com cadarços laterais

As peças de roupa com cadarços laterais, como calças, jaquetas e blusas dividem espaço com acessórios personalizados. As calças podem ganhar versões em alfaiataria, substituindo a  malha. A peça segue com uma pegada fashion no segmento contemporâneo, com bastante longevidade.

Os caimentos vão do ajustado à alfaiataria, compondo um look refinado, enquanto o volume atrai o público jovem devido à sua praticidade.

O destaque são as cores sólidas em poli-tricô e lãs com drapeado natural, tudo equilibrado por fitas de gorgorão, painéis com jogos de cores e frisos laterais.

Embora essa seja uma peça essencialmente fashion, ela deve atrair o consumidor. Por isso, inclua-a nas coleções da primavera. As previsões são da WGSN, considerado o maior portal de pesquisa em tendência de moda do mundo.

Cadarços com logos

As listras esportivas são inovadoras por tiras com tipografia e novos materiais. As tiras em tecido de jacquard ou com acabamento em jeans e tons contrastantes surgem como novidade.

Os cadarços também podem explorar a tendência vintage ao serem aplicadas de modo experimental em peças jeans clássicas.

As tiras com logos estampados podem ser alteradas de modo simples ao serem aplicadas em locais diferentes, em vez de aparecerem na tradicional costura lateral de calças ou das mangas de jaqueta. Opte por lugares inusitados.

Esportividade

As peças de streetwear e de athleisure continuam a influenciar o segmento jeans, principalmente as marcas de moda jovem. As peças jeans aparecem em conjunto e são combinadas com moletons de capuz, bonés e camisetas.

Os detalhes esportivos clássicos, como as listras laterais, são substituídos por tiras e cadarços com tipografia estampada. As letras bordadas surgem com fontes colegiais ousadas.

Tiras com slogan

merchandising esportivo chamativo e as frases de efeito estão na linha de frente da tendência esportiva-urbana, e, se este look diminuiu seu ritmo após chegar ao ponto de saturação, ele ainda é importante para o mercado comercial.

A novidade está na maneira como os slogans aparecem, agora também em cordões grossos, cintos e gravatas. Aposte em palavras motivacionais e otimistas com o objetivo de ecoar o clima positivo que tomou as lojas.

Para continuar se inspirando para suas próximas coleções, que tal baixar nosso Trend Spot e ficar por dentro desta tendência e como diferenciar-se no mercado da moda? Clique aqui e baixe o material. Boa leitura!

Fonte texto e fotos: www.wgsn.com

Coleção de moda: como fazer para agregar valor ao seu produto

Coleção de moda: como fazer para agregar valor ao seu produto

Um dos maiores desafios dos estilistas é agregar valor à sua coleção de moda. É importante que a percepção deste valor agregado não seja apenas para o setor de compras, mas principalmente, para o consumidor final, pois é ele quem irá visualizar a peça e decidir se estará disposto a pagar por isso. 

Mas, como saber quais são os principais atributos para agregar valor à sua peça e, com um preço que não comprometa o orçamento do seu setor de compras? 

Utilizando a identificação de marca. A marca é o maior atributo de valor agregado de uma peça. Com a identificação de marca é possível dobrar a percepção de cliente com relação ao valor do produto.

A percepção de valor dada por exemplo, a uma camiseta bem identificada — com tags, etiquetas criativas, acessórios, e outros — é percebida pelo consumidor, agregando valor a peça. Preparamos um vídeo em nosso casal no YouTube com uma pesquisa para entender um pouco melhor deste assunto, companhe:

Veja como agregar mais valor às suas peças e, porque os pequenos detalhes podem fazer tanta diferença na hora da venda.

Longe de ser um custo, é um investimento na coleção de moda

Vamos ser sinceros: não é todo mundo que tem o cuidado que deve com a identificação de marca. E não adianta esperar que o consumidor a reconheça só de olhar o seu corte, a qualidade do tecido ou a modelagem.

A verdade é que é bastante comum que a identificação de marca acaba sendo deixada em segundo plano na coleção de moda.

A aviamentação é uma das últimas etapas do processo produtivo e muita gente acha que ela passa despercebida para o consumidor final. E passa mesmo – quando não é nada mais que uma etiqueta comum igual a tantas outras por aí.

A diferença é que quem leva a identificação de marca a sério abocanha o mercado, engolindo facilmente a concorrência.

Duplique a percepção de valor da coleção de moda

Etiquetas personalizadas de acordo com a segmento criam uma identificação instantânea com o cliente, fidelizando o consumidor.

Isso acontece porque a experiência mostra que o consumidor tem percepção de valor completamente diferente entre dois produtos iguais – um com um bom trabalho de identificação de marca e, outro sem.

Na prática, isso significa que uma coleção de moda com etiquetas personalizadas tem uma percepção de valor dobrada – no próprio PDV.

Podemos pegar de exemplo duas t-shirts brancas básicas, do mesmo modelo, corte e qualidade de tecido.

Acrescentando apenas R$4,00 por um kit completo de identificação, no comparativo, a peça passa a valer o dobro do preço para o cliente final. 

Por isso, longe de achar que a identificação de marca é um custo a mais. Na verdade, são um investimento que pode duplicar o valor da sua coleção de moda, trazendo ainda mais valor as peças. 

Aposte na segmentação e crie etiquetas personalizadas

Investir em uma estratégia de identificação de marca é direcionar o olhar criativo para o futuro.

Produtos inteligentes e diferenciados atendem a todos os segmentos: beach & surfwear; móveis e decoração; acessórios; cama, mesa e banho; denim; esporte & fitness; kids; moda íntima; footwear; e até mesmo coleções de moda corporativa merecem materiais e designs que contem a sua história.

Etiquetas personalizadas agregam mais beleza, mesmo com peças mais simples. Materiais tecnológicos e inovadores garantem o conforto para o usuário, assim como segurança para as crianças.

A identificação de marca de qualidade também garante a autenticidade do produto e protege a coleção de moda contra pirataria, o que também colabora ainda mais para agregar valor de mercado às suas criações.

Variedade de materiais garante beleza e exclusividade

Quem faz parte do mundo fashion sabe como é importante consolidar a sua marca para se destacar no mercado e garantir a sustentabilidade da empresa.

Por isso, a Haco aposta na identificação de marca como agregador de valor para coleções de moda. Ao aliar criatividade e tecnologia, a empresa oferece soluções exclusivas nos mais diferentes tipos de materiais.

O criativo tem toda a liberdade de escolha para usar e ousar com os mais diversos recursos, transformando qualquer peça simples peças em um design exclusivo da sua marca com pouco investimento.

Etiquetas decorativas e de cós – Termocolantes ou autocolantes, as etiquetas decorativas e de cós podem ter desenhos, cores e formas reproduzidas em alta definição de detalhes em diversos tipos de materiais para os mais variados segmentos;

Etiquetas – Estampadas ou bordadas, contam com mais de uma centena de tipos de acabamentos que podem ser combinados com uma infinidade de fios naturais e sintéticos;

Transfers – Ideais para tecidos que exigem mobilidade, leveza. Elasticidade e conforto extremo. Podem ser aplicados em tecidos e não tecidos;

Metais – Acessórios de metal, com uma vasta possibilidade de banhos, agregam sofisticação, design e valor às mais diversas peças;

Cadarços – A personalização de cadarços gera mais beleza e personalidade a cintos, alças e acabamentos em geral;

Tags – Integrando nossa linha de soluções gráficas, estampadas e tecidas, os tags podem receber diversos acabamentos e recortes diferenciados.

Sacolas e embalagens – Sacolas e embalagens personalizadas fazem parte do mix de produtos impressos de altíssima qualidade da Haco, com acabamento refinado e diversas opções de formatos, materiais e cores.

Lacres – Garanta a segurança e a autenticidade de sua coleção de moda com lacres altamente resistentes e bonitos.

Agora que você já sabe como agregar valor à sua coleção de moda, venha conhecer essas e muitas outras soluções de identificação de marca na Haco e também acompanhar nosso blog, com conteúdos exclusivos toda semana! 

O FUTURO DA MODA COM A TECNOLOGIA E POR QUE DEVEMOS ESTAR ATENTOS A ESSA DUPLA

O FUTURO DA MODA COM A TECNOLOGIA E POR QUE DEVEMOS ESTAR ATENTOS A ESSA DUPLA

Muito embora a moda e a tecnologia sejam percebidas como campos completamente distintos, os dois sempre se cruzaram – geralmente para o melhoramento de ambas as indústrias.


À medida em que a modernização avança, cada geração contínua da tecnologia torna-se mais pessoal, e os wearables portáteis, como por exemplo os Smart Watches, já fazem parte de um presente bem palpável. No entanto, muitos dispositivos, passados e presentes, estão cheios de um estigma nerdy”, e se a tecnologia for posta em você, é provável que você não queira  parecer um cyborg”.


Apesar das tentativas de flerte com o mundo da moda, a aparência futurista do Google Glass , por exemplo, foi amplamente divulgada, como se fosse ridículo demais para ser usado por alguém fora de um laboratório.
Por outro lado, como resultado de sua campanha de design e promoção, o Apple Watch tem sido um dos bem sucedidos no mercado, com uma versão de design mais atraente, já agrada o público em geral , porém para muitos, ainda é visto como um brinquedo para adultos.


Então, como se pode aproveitar essas inovações sem parecer que você saiu de uma convenção de Star Trek?
E sobre a infinidade de possibilidades que a tecnologia vem trazendo para a experiência do varejo?
Aqui estão 6 considerações que ajudarão a tirar o máximo proveito da conveniência e dos benefícios oferecidos pelo casamento entre a moda e a tecnologia.


Invisibilidade

Não é o superpoder, mas quase. Neste âmbito, a invisibilidade se refere a tecnologia que você não pode ver ou sentir.
O OMsignal, por exemplo, é um fio de nova geração que é tecido em roupas e tem a capacidade de monitorar seu coração, taxa de respiração, contar seus passos e calorias queimadas.

Da mesma forma, o Projeto Jacquard liderado pela Google, transforma roupas e móveis em superfícies interativas através do fio especialmente projetado para ser similar em todos os aspectos aos fios que compõem os tecidos tradicionais.

Joalheria

Aqui estamos além do Apple Watch, que além de suas capacidades de monitoramento de saúde, não é nada mais que uma ferramenta de notificação.


Ao firmarem parcerias com estilistas, as empresas de tecnologia podem atrair um público muito mais amplo.
Observe a colaboração de Tory Burch com a Fitbit. O projeto da pulseira em metais nobres e couro transformam um rastreador de atividades em um acessório elegante apropriado para a vida fora da academia.


Então, surge a Ringly, uma linha de anéis e jóias clássicas que se conectam ao telefone via Bluetooth e que o notificam sutilmente quando você recebe um texto ou uma chamada. A vibração discreta e a luz lateral não interferem em situações sociais e evitam que você cheque seu telefone a cada cinco minutos para ver se alguém ligou.



Já a Chronos projetou um pequeno disco de metal que transforma qualquer relógio em um smartwatch. Apenas 33 mm de diâmetro e 2,5 mm de espessura, adere à parte de trás do seu relógio e traz uma variedade de características de smartwatch com ele. Perfeito para alguém que esteja procurando a experiência do smartwatch sem os olhares curiosos.

Impressão 3-D e 4-D

Obviamente, você já ouviu falar sobre impressão 3-D. O processo de criação de objetos sólidos tridimensionais a partir de arquivos digitais.


A capacidade de imprimir quantidades específicas em casa ou a poucos quarteirões de distância remove a produção em massa e a logística da cadeia de produção, potencialmente tornando-se um tipo de fabricação mais ecológico.
O estúdio de design de vestuário e joalheria de Massachusetts Nervous System atualmente é pioneiro na chamada impressão 4-D com projetos que automaticamente mudam de forma logo que saem da impressora. Pode-se imaginar as infinitas implicações que esta tecnologia pode trazer para outras indústrias.

Responsabilidade social

Construir um senso de responsabilidade social tornou-se uma tendência entre muitas start-ups digitais de moda. Embora grandes marcas façam um esforço para devolver algo à sociedade, suas tentativas podem ser vistas como estratégia de marketing se a filantropia não estiver no centro de seu modelo comercial.


O revendedor de óculos Warby Parker prioriza a consciência social em todos os níveis do negócio. Ao contornar canais tradicionais, projetar localmente e se envolver diretamente com os clientes, eles são capazes de oferecer óculos de alta qualidade a preços acessíveis. Em escala global, Warby Parker calcula o faturamento mensal de óculos e parte do montante é doado a organizações sem fins lucrativos parceiras que treinam pessoas nos países em desenvolvimento para fornecer exames oftalmológicos básicos e vender óculos às suas comunidades a preços acessíveis.

Sustentabilidade

Estima-se que quase 13.1 milhões de toneladas de roupas são jogadas fora por ano. – uma quantidade assustadora de lixo. Aplicativos como Depop e Poshmark permitem aos usuários comprar e vender roupas usadas e tornar o processo de passar a roupa adiante algo divertido e simples.

SINTA-SE EM CASA. O VAREJO VOLTA ÀS ORIGENS.

SINTA-SE EM CASA. O VAREJO VOLTA ÀS ORIGENS.

As marcas de luxo e os varejistas têm transformado lojas em espaços semelhantes a casas para construir conexões mais profundas com os clientes. Agora, o fast fashion segue o exemplo.

Um espaço iluminado, minimalista e sofisticado. Cadeiras assinadas ficam ao lado de uma mesa cuidadosamente coberta com cópias vintage de revistas de decoração. Nas paredes, pratos de Picasso. Enquanto os espaços são preenchidos com peças de design e vestidos plissados de Issey Miyake. Mas você seria perdoado se confundisse o lugar com o apartamento de um bacana. Na verdade, este é Alex Eagle Studio, onde tudo está à venda.


Alex Eagle Studio – Google Images

A ideia da idealizadora para a loja é fazer com que o cliente se sinta com se estivesse sendo recebido em seu apartamento. O espaço frequentemente recebe lendas do design e da literatura, eventos de marcas e exposições de arte trazendo a sensação de um espaço útil e dinâmico, não apenas um lugar projetado essencialmente para o comércio, mas, muito além disso, um centro criativo para criadores com ideias afins, oferecendo um ambiente social associado a atmosfera da arte. É se sentir em casa, conectar o laptop, jogar conversa fora e ficar o dia todo. No final, comprar um casaco, quem sabe.

A Alex Eagle Studio é apenas uma das várias boutiques desse estilo que abriram suas portas nos últimos dois anos. Moda Operandi, Sézane, Kitri, Peter Pilotto e Ronaldo Fraga, com o Grande Hotel, aqui no Brasil, fazem parte dos varejistas que apresentaram suas lojas (em alguns casos, pop-ups) como casas com curadoria minunciosa. Segundo Laura Saunter, editora de varejo da WGSN Insights, a tendência para as lojas em estilo residencial começou quando as lojas físicas começaram a aumentar seu jogo experimental.


Grande Hotel Ronaldo Fraga – Ana Slika/Cristina Lima/Divulgação

Trata-se de entender as coisas em contexto e em ambientes domésticos reconhecíveis. Enquanto há alguns anos, costumava ser sobre a construção de uma identidade, a essência das “lojas de apartamento” está no senso de localização e curadoria. Hoje o segredo para que uma loja de varejo seja bem sucedida é a imersão, a intimidade e a consciência de que as marcas precisam oferecer um estilo de vida completo.

Marin Hopper abriu sua loja principal em uma casa onde ela não só vende suas bolsas Hayward e sua linha unissex Hopper, mas também vive com sua família. Com parte de sua herança Hollywoodiana – ela é a filha do ator e diretor Dennis Hopper e da atriz Brooke Hayward – o espaço possui carpetes do chão ao teto, sofás de luxo e prateleiras projetadas para que os clientes interajam com as mercadorias de forma lenta e num ritmo mais tranquilo. Ela também colabora regularmente com artistas e escritores. Marin se baseia numa filosofia antiga e na certeza que todos ainda querem visitar lugares inspiradores ao invés de apenas passear pela internet, porque a história é uma parte fundamental na experiência de compra.


Hayward/Marin Hopper – Foto Heather Clawson 


É certo que esses tipos de espaços não são apenas sobre vendas. É uma maneira eficaz que as marcas encontraram para vender um estilo de vida inspirador que incita uma conexão emocional. Isso é o que gera fidelidade porque o cliente busca a sensação de pertencimento. E foi exatamente o que a diretora criativa da The Line, Vanessa Traina, estava procurando quando lançou o The Apartment, o espaço físico do e-commerce localizado no sótão do seu apartamento em Nova York, com cozinha, sala de jantar e banheiro, tudo cheio de itens a venda – de roupas a arte. O The Apartment já conta com espaço em Los Angeles com um conceito similar e possui uma extensão física do rótulo em Paris, o L’Appartement, com taxas de venda de mais de 90%.


The Apartment – Foto The Line website

Algo que essas lojas costumam ter em comum, além do modelo de negócios é a sensação de receptividade. Proporcionam aos clientes espaços para relaxar. É um lugar onde você não se sente pressionado a comprar e que é muito acolhedor. É como sua casa. Muitas vezes, essas lojas trazem a ideia de dispersão, apenas armazenando uma quantidade mínima do produto que vendem.

Assim são os showrooms da Moda Operandi em Londres e Nova York, cuja experiência de compra pessoal para clientes VIP está projetada para uma mulher que está acostumada a fazer compras online mas que procuram experiências a moda antiga em lojas físicas. Para esta cliente de alto valor a historia é outra. São mantidas peças-chave em exibição na loja. Os itens mostrados às clientes são selecionados previamente de acordo com seus hábitos de compras on-line.


Moda Operandi – Foto Moda Operandi website

Lojas deste estilo também funcionam como centros para a construção de comunidades. Isso já não é mais uma novidade mas vale ressaltar que quando o cliente se sente parte de uma marca, ele cria uma certa lealdade, pois a marca está ali, ela tem um rosto humano quase sempre amigável e envolvente. Uma vez que se compra o estilo de vida da marca, é provável que a empatia pelo produto seja algo fluido e tornar-se um cliente regular, natural.

Agora, o fast fashion está entrando no jogo das “lojas de apartamentos”. Com 84 postos de venda de varejo em todo o mundo, 38 deles apenas na Espanha, a Uterqüe, marca da Inditex, projetada para parecer mais um “apartamento de designer” do que uma loja, apresenta esculturas dos anos 50, tapetes persas e antiguidades francesas. Ao contrário das homólogas da Inditex, a Uterqüe também está publicando um livro de arte, e há planos para reinaugurar todas as lojas da Espanha seguindo este conceito.

Fundamentalmente, não há uma enorme diferenciação quando se é uma marca de fast fashion. O que está sendo trabalhado é o senso de pertencimento. Enquanto as “lojas de apartamentos” posicionam a marca essencialmente pela contextualização visual, a autenticidade e a construção de comunidades permanecem fundamentais para uma estratégia efetiva. Hoje, as pessoas estão mais reflexivas, entendem a intencionalidade do mercado e buscam incessantemente pela individualidade e pela sensação do feito sob medida.

VIVA LA VIDA, A NOVA COLEÇÃO DA HACO

VIVA LA VIDA, A NOVA COLEÇÃO DA HACO

Cores, movimentos e sabores. Embebida em história, Cartagena fica à beira do mar do Caribe, na Colômbia. Suas águas cristalinas trazem energia a toda a cidade, ensolarada e iluminada. A Haco, expert em soluções integradas para identificação de moda apresenta sua nova coleção.

A combinação do mar, da história e das cores da cidade inspiraram a nova coleção. Viva la Vida é um sopro de alegria e estímulos,  que traz à tona, toda a vitalidade desta cidade animada, que ganhou o nome em homenagem a cidade espanhola de Cartagena, depois que os espanhóis desembarcaram por lá, no final do século XV.

Os casarios históricos e as muralhas imponentes da cidade são verdadeiras inspirações. As cores vivas e as fachadas coloniais abrem espaço para o ritmo quente, com notas ora espanholas, ora latinas. Cartagena é uma explosão de texturas, o lugar perfeito para criar!

Nossa equipe criativa foi em busca de inspirações para transformar em produtos, a vibração deste lugar, com suas folhas, praias e araras, em um vibrante psicotropical. O resultado desta pesquisa poderá ser conferido a partir de hoje. As inspirações estão nos seis segmentos apresentados nos books da temporada: jeanswear, casual, kids, sport, under e beachwear.

Para conhecer a coleção Viva la Vida! solicite a visita de um dos nossos representantes e acesse nossas redes.
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HACO PRESENTE NA NOVA COLEÇÃO DA RESERVA INVERNO 2017

HACO PRESENTE NA NOVA COLEÇÃO DA RESERVA INVERNO 2017

o site do e-commerce aberto para mostrar que as roupas que ali estavam já podiam ser compradas imediatamente, seguindo a tendência mundial See now, buy now.

A Haco foi responsável por diversos complementos da marca. Cadarços, ponteiras, etiqueta. Seguindo a coleçãoo, os complementos se destacaram em cores neutras, como preto e off white. As etiquetas produzidas pela Haco em High Definition foram destaque.

Confira algumas imagens do backstage do desfile e da coleção da Reserva Inverno 2017.