0800 70 45670 [email protected]
Fique por dentro das tendências de cores para suas coleções!

Fique por dentro das tendências de cores para suas coleções!

A criação é um processo que envolve várias etapas, mas a primeira – e provavelmente a mais importante delas – é uma boa pesquisa de moda.

É nela que as principais tendências de cores se transformam em inspirações para uma coleção personalizada, que passa a refletir então a própria visão do estilista sobre o momento atual.

Por isso, a Haco trouxe hoje as principais tendências de cores para a temporada outono-inverno 2020/21 na visão de quem mais entende do assunto: a WGSN e a Pantone. Então vem com a gente conferir e respire fundo, porque essa grande viagem começa agora!

Tendências de cores Outono/Inverno 2020: WGSN e Pantone em sintonia

Os dois maiores especialistas do mundo em tendências de cores estão em completa sintonia para a temporada outono/inverno 2020.

Cores sofisticadas, ricas, fortes e complexas permitem uma vasta gama de combinações, abrindo um leque de possibilidades individualizadas e combinadas entre si.

Para a WGSN a dualidade entre a vida digital e a necessidade crescente de conexão com a natureza regem as paletas.

Entre as principais apostas, cinco cores-chave ganham destaque na temporada, criando a veia principal de tendências de cores para o próximo outono/inverno.

1 – Marrons invernais

O marrom surge como a opção mais fashion da temporada. Do bege ao bordô, os tons terrosos evocam o solo, a terra, as origem para aquecer a estação mais fria do ano.

Para a WGSN, a cor evolui para o luxuoso marrom-sequoia (Coloro 020-42-21 / Pantone 18-1343 TCX): versátil, progressista e com uma vibe masculina.

Já na Pantone, o sólido e terroso Rocky Road (19-1234) lidera a escolha ao lado do Sugar Almond (18-1155), do ousado e desafiante Dark Cheddar (15-1150) e do cordial Chicory Coffee (19-1419).

2 – Verde predominante

No território das tendências de cores, o marrom divide território com o verde. A gama é grande e vai dos tons bem naturais aos totalmente artificiais, como o Limão-orgânico (Coloro 053-79-38 / Pantone 13-0550 TCX) da WGSN.

O tom deve aparecer principalmente nas peças urbanas esportivas, dando efervescência ao inverno, em detalhes mais comerciais e em peças inteiras conceituais.

Verdes e azuis digitais aparecem também mixadas aos tons neutros e escuros, como o próprio marrom.

Para a Pantone, a estação é dos verdes florestais Forest Biome (19-5230) e Eden (19-6050), e dos nutritivos Guacamole (17-0530) e Green Olive (17-0535).

Fique por dentro das tendências de cores para suas coleções! | Haco

3 – A atemporalidade da menta pastel

A terceira cor-chave em tendências de cores é a chamada Menta pastel (Coloro 065-80-23 / Pantone 13-0117 TCX), definida como atemporal pela WGSN.

A cor conceitual funciona bem em praticamente todos os segmentos e representa a evolução dos bem-sucedidos tons pastéis, trazendo otimismo à paleta invernal.

4 – Azuis carregados

O azul carregado funciona como uma base para a criação mesclada com tons crus, criando um efeito sofisticado e ao mesmo tempo vibrante.

É representado pelo Azul-digital (Coloro 107-31-20 / Pantone 18-4231 TCX), quase uma fusão com o verde, o que gera uma pegada atemporal.

Mais comercial, a saturação da cor evoca certa solenidade, um sentimento de confiança que cai bem em propostas utilitárias e esportivas com certo ar retrô.

A variação com outras tonalidades de azul também são tendências de cores dentro da proposta da WGSN.

Já a Pantone, aposta na ponderação do Galaxy Blue (19-4055) e na determinação silenciosa do Bluestone (18-4217).

5 – Toda a gravidade do cinza

O minimalismo retorna com força após o impacto causado pelo maximalismo na temporada anterior.

A pegada anos 90 se reflete no cinza carregado, que a WGSN chama de Cinza-gravidade (Coloro 042-45-01 / Pantone 17-0613 TCX), principalmente nos looks monocromáticos.

Na Pantone, a seriedade do tom ressurge no Paloma (16-0000), no Frost Gray (17-0000).

O que a nova temporada deve trazer

As tendências de cores da WGSN são uma leitura do momento atual da sociedade, uma leitura mundial que pode ser segmentada de acordo com o público-alvo da coleção e o próprio modo do estilista ver o mundo.

Essas tendências para o outono/inverno 2020 são o resultado de profundas pesquisas de moda e observações pelos principais acontecimentos e manifestações culturais, artísticas e comportamentais de 2019.

Veja quais são os caminhos identificados para a próxima temporada:

  • O mundo está cada vez mais visual: o criativo deve aprofundar a paleta também dos tons neutros, criando uma nova percepção de crus, cinzas, marrons e azuis;
  • O mundo está cada vez mais sustentável: a paleta deve incluir tons com tingimento natural, não impactantes no meio ambiente. O foco nessas cores expressa a preocupação crescente com a natureza e os meios de produção sustentáveis;
  • A moda está cada vez mais atemporal: apesar de refletir o momento, a coleção deve ser voltada também para as estações seguintes. É preciso dar uma continuidade ao guarda-roupa, evitando desperdício e incentivando o consumo consciente. Incorpore cores do verão, crie looks com propostas flexíveis;
  • As pessoas estão cada vez mais práticas: cores únicas, looks monocromáticos descartam a sobrecarga de informação jogada todos os dias pela internet. Destaque pela elegância em visuais criativos e inteligentes, sem monotonia.

Aposte nos detalhes e nos aviamentos

Crie pontos de identificação com seu público através das tendências de cores também nos detalhes. Cadarços, pespontos, aviamentos, etiquetas e acabamentos devem ser atualizados de acordo com a identidade da sua marca.

A Haco tem linhas completas de identificação de marca para todas os segmentos de moda. Tudo feito com exclusividade para a sua coleção.

Você conta com a assessoria especializada no desenvolvimento de soluções exclusivas em etiquetas, tags, cadarços, adesivos, metais, transfers, lacres, sacolas e embalagens para agregar valor aos seus produtos.

Assim, você tem produtos personalizáveis baseados nas maiores tendências do mercado, com uma grande variedade de cores, formas e materiais para você criar como quiser.

Personalize todos os seus produtos e tenha sua marca identificada com muito mais facilidade, agregando valor às suas peças.

Na Haco você não fica sozinho. Nossa equipe está sempre pronta para ajudar você durante todo o processo de criação da identificação de marca, para cada segmento da sua coleção.

Aproveite e descubra todas as diferentes formas de agregar valor às peças denim e crie seus próprios diferenciais no mercado!

Baixe nosso infográfico e descubra como tornar suas coleções de moda muito mais especiais com os pack de identificação de marca da Haco! | Haco

Haco marca presença no São Paulo Fashion Week

Haco marca presença no São Paulo Fashion Week

A Haco estará presente em um dos mais importantes eventos de moda do mundo, o São Paulo Fashion Week, que acontece de 13 a 18 de outubro na capital paulista. As identificações de marca da empresa estarão presentes nas coleções do estilista Lucas Leão e da marca ÃO, ambas do Projeto Estufa.

A parceria entre Lucas Leão e a Haco já é de longa data. Neste ano, a empresa de identificação de marca produziu sob medida cadarços e patches para sua coleção. Para a ÃO, foram feitas sacolas, tags e etiquetas.

Na avaliação do gerente de Marketing da Haco, Bruno Brandão, esse tipo de parceria é uma maneira de estimular o surgimento de novos estilistas no mercado da moda brasileiro e gerar valor agregado aos produtos da coleção. “Pensamos de maneira muito carinhosa todas as identificações e estamos conscientes que este tipo de parceria é uma maneira de apoiar e incentivar os novos talentos que chegam ao mercado”, afirmou.

O Projeto Estufa foi idealizado pelo SPFW sobre quatro pilares: inovação tecnológica, comportamento, criatividade e sustentabilidade. Desfiles, exposições, palestras e workshops irão trazer visões de mundo ligadas ao futuro, com convergências que passam por tecnologia, socioecologia e criatividade. Desfilam nessa edição as marcas: Aluf, ÃO, Korshi, Lucas Leão, MiPINTA e Victor Hugo Mattos.

ÃO apresenta coleção inspirada em anatomia do corpo

A coleção da ÃO, Excesso/Excessive Body, apresenta um olhar sobre a anatomia do corpo humano e a sua modificação a partir da vestimenta. Corpos contemporâneos (bodybuilders, procedimentos cirúrgicos e corpos trans) são pontos de partida para o desenvolvimento de peças curvilíneas que propõem uma distorção da silhueta tradicional. O látex, em peças amplas, faz uma analogia à pele. A sensação proposta pela marca é de experimentar vestir outro corpo.

Programação do SPFW

O SPFW abre no domingo (13/10) com o desfile da Ellus na praça Antonio Prado, em frente ao Farol Santander, no Centro Histórico de São Paulo. O dia 14 é reservado para encontros e eventos com imprensa e mercado e a partir do dia 15 os desfiles seguem normalmente. O SPFW é apresentada pelo Banco Santander e é uma co-realização da IMM e IN_MOD – Instituto Nacional de Moda e Design. Confira a programação completa no site do SPFW.

 

Dicas para montar o planejamento da sua viagem de pesquisa de moda

Dicas para montar o planejamento da sua viagem de pesquisa de moda

No mundo fashion, ficar parado é estar estagnado, literalmente. Quem não vê de perto o que rola no mundo, não sente a temperatura das ruas e nem o toque de outras culturas, não consegue entender a verdadeira linguagem das tendências. Por isso, as viagens de pesquisa de moda são tão importantes.

Pesquisas internacionais são fontes riquíssimas para agregar mais conhecimento. Além de apresentar o que está sendo consumido em outros países, estar imerso em uma outra cultura é de grande valia para ampliar o olhar e trazer insights de todos os lados.

A pesquisa é algo fundamental para trazer bagagem e conteúdo, não apenas para suas coleções, mas também para ampliar o repertório do profissional, seja estilista ou desenvolvedor de produtos. Portanto, quanto mais vivências e experiências você, profissional da moda carregar, maior será seu poder de criar e realizar conexões relevantes sobre diversos assuntos.

No entanto, um bom planejamento é essencial para aproveitar bem todas as oportunidades e criar diferenciais incríveis na sua coleção de moda. Pensando nisso, a Haco foi buscar quem entende do assunto.

Agora você vai conhecer as dicas exclusivas em parceira com a Haco das consultoras Daniela Feldens e Gabi Domingos, da Loupe Brands & Co, para tornar sua viagem de pesquisa de moda um sucesso!

1 – Elabore uma boa estratégia de viagem de pesquisa de moda

Pensar antes de agir é sempre fundamental. Por isso, o profissional deve ter certeza de qual o objetivo da viagem de pesquisa de moda para ser o mais assertivo possível.

1 – Elabore uma boa estratégia de viagem de pesquisa de moda

Defina o foco da pesquisa e se pergunte: “O que a pesquisa deve trazer de retorno?”. Produto, cartela de cores, estampas, modelagens, novos tecidos, vitrine, embalagens, tema de coleção de moda, tendências de tecnologia e varejo. Faça uma lista.

Essa lista vai servir para que você não perca o foco durante a viagem de pesquisa de moda e volte para casa com o que realmente importa. Claro que novas ideias podem (e devem) surgir durante o processo, agregando ainda mais valor à sua pesquisa de moda.

Assim, com um direcionamento mais apurado, a pesquisa em si e os próximos passos se desenrolam melhor.

2 – Calendário: Decida quando ir

As consultoras lembram que a escolha do período em que a viagem de pesquisa de moda será feita é muito importante. Isso porque ele varia de acordo com o segmento em questão e de acordo com o tempo de desenvolvimento de cada empresa.

2 – Calendário: Decida quando ir

Assim, o ideal é fazer um cronograma reverso para encontrar o melhor período. Uma boa ideia é atentar para feriados locais, festas, feiras e eventos em geral.

3 – Onde ir: pesquise o melhor lugar para o objetivo de sua viagem

Existem lugares que são referência em pesquisa de moda e que sempre podem dar muito certo, como Nova York, Londres, Paris e Barcelona, por exemplo.

Porém, é importante avaliar qual o objetivo da pesquisa de moda e também qual o segmento, para só então diagnosticar qual a melhor cidade. Segundo elas, a verdade é que não existe uma resposta pronta que valha para todo mundo.

3 – Onde ir: pesquise o melhor lugar para o objetivo de sua viagem

A dica, então, é pesquisar. Procure conhecer um pouco mais profundamente os hábitos de vestir dos habitantes, como encaram a moda no dia a dia, como ela reflete seu modo de viver, etc. Ficam as dicas:

  • Paris

Tudo na cidade é voltado para o certo, para o atrativo, com vitrines inspiradoras. Para o parisiense, vestir-se bem faz parte da qualidade de vida, por isso levam a moda tão a sério.

São sisudos, mas não mal-educados. Por isso, quando estiver lá, não esqueça que as palavrinhas mágicas “bom dia” (bonjour) e “por favor” (s’il vous plait) são tão importantes quanto aqui no Brasil.

  • Barcelona

Barcelona tem meio que um espírito carioca, por assim dizer. A moda é tropical, vibrante, alegre e uma das coisas bacanas de lá é ter muitas lojas de marcas locais exclusivas, com feeling diferente para fazer uma ótima pesquisa de moda.

Há ainda muitas lojas de rua, com marcas menores, e muitos shoppings. O perfil do consumidor catalão é bem parecido com o nosso.

  • Milão

Aqui a moda também é levada a sério, mas com uma pegada mais leve. O milanês se veste bem, mas de uma forma mais sensual e despojada.

Por outro lado, a moda é levada realmente como um negócio, com lojas em todos os lugares. Nas lojas de rua você encontra os produtos mais comerciais que você vê de forma conceitual no Quadrilátero d’Oro.

  • Londres

Em Londres os estilos são misturados com maestria pela população, principalmente o grunge e punk.

A cidade, moderna e vibrante, é ótima para expandir as ideias na sua pesquisa de moda, com lojas de visual ousado e exposições um tanto quanto inusitadas.

Aqui sua pesquisa vai explodir em produtividade. Especial atenção para as lojas de departamento, onde há verdadeiras concentrações de toques inspiradores.

4 – Planejamento: como fazer sua viagem de pesquisa de moda

Depois de definido o objetivo, quando e onde ir, é necessário um planejamento detalhado. As consultoras alertam que ele é de suma importância para otimizar o tempo da pesquisa de moda – e não se pode fazer isso já estando lá.

4 - Planejamento: como fazer sua viagem de pesquisa de moda

Veja o que definir nessa etapa:

  • Roteiro: Essa parte é fundamental. Deve-se pesquisar os locais a serem visitados antes (lojas, eventos, exposições, museus etc) e fazer um roteiro em cima disso, com uma agenda de onde ir e o que fazer para cada dia;

Dica: Otimize o roteiro de acordo com as regiões para não perder muito tempo com deslocamento.

  • Estude o local: Pesquise sobre o funcionamento do metrô, formas de deslocamento e demais dicas necessárias para entender a dinâmica do lugar;
  • Duração da viagem: Varia de acordo com o que será pesquisado;
  • Não fique perdido: Baixe o mapa offline das regiões visitadas.

5 – Preparação: não esqueça dos detalhes básicos

Pode até parecer básico, mas muitas pessoas acabam não prestando atenção a cuidados práticos para as viagens. Veja alguns dos mais importantes:

5 - Preparação: não esqueça dos detalhes básicos

  • Não esqueça o carregador portátil de celular para não deixar de fotografar porque a bateria acabou. Certifique-se de ter uma boa capacidade de armazenamento. A nuvem é uma ótima pedida, mas não corra o risco de ficar sem sinal. Providencie cartões e os descarregue quando chegar ao hotel, aí sim, na nuvem;
  • Confira a validade do seu passaporte antes de comprar as passagens. Alguns países da Europa exigem um passaporte com validade de 6 meses;
  • Alguns lugares aceitam apenas pagamentos em cash. Por isso, leve uma quantia de dinheiro em espécie e outra em cartão internacional;
  • Mesmo em tempos digitais, imprima as suas reservas para apresentar na alfândega, caso seja necessário;
  • Leve roupas e sapatos confortáveis, já que é preciso andar bastante;
  • Sempre faça seguro de viagem.

Veja 3 dicas extras para se preparar ainda mais para sua viagem de pesquisa em moda

Como toda viagem, a de pesquisa em moda também é cheia de detalhes, por isso quanto mais dicas, melhor. Veja essas 3 dicas extras que a Haco separou para aproveitar ainda mais todas as oportunidades:

Organize sua mala sem excessos

Em uma viagem de pesquisa de moda, com certeza você vai voltar com várias peças. Então nada de excessos na sua mala. Pense no clima, nos dias que ficará fora e monte looks completos e versáteis. Lembre-se que não há nada demais em repetir peças, principalmente as da parte de baixo.

Faça uma lista do que é essencial: roupas íntimas, de dormir, para o dia e para a noite (looks completos), roupa de banho (se for o caso). Inclua os itens de higiene pessoal, maquiagem, medicamentos e acessórios em geral.

O que observar durante a viagem

Como profissional ou estudante de moda você sabe que tendência é aquilo que se manifesta com mais frequência e em um número cada vez maior de pessoas. No entanto, quando está no início, esse movimento pode não ser tão facilmente perceptível.

A moda reflete momentos sociais, políticos e econômicos, em qualquer parte do mundo. Inconscientemente ou não, às pessoas tendem a buscar elementos, cores, acessórios, texturas e estampas, por exemplo, que expressem de alguma forma esses momentos.

Procure captar quais os elementos que mais se repetem pelas ruas e também nas vitrines e o uso que está sendo feito deles. Nas lojas, observe por marcas.

Não deixe também de fazer comparações entre as lojas conceituais — aquelas que servem de inspiração — e as comerciais, que efetivamente visam o consumo, vestem a população daquela cidade.

A observação aguçada e uma leitura sólida e real do que vê é o que faz uma boa pesquisa de moda. Não esqueça de anotar suas impressões. O gravador do celular é um bom local para guardar suas ideias.

Busque excursões e especialistas em pesquisa de moda

Quem tem uma empresa de moda sabe como pode ser difícil se ausentar do negócio. Não é por isso que você não terá uma pesquisa de moda exclusiva e totalmente assertiva para a sua coleção.

A Loupe Brands & Co atua no mercado de mentoria e consultoria em pesquisa e branding para negócios de moda. Para quem quer manter marca, negócio e produtos atualizados, as especialistas desenvolvem pesquisas de moda coletando, cruzando e analisando informações macros dos principais drivers de mudanças no mundo.

Por outro lado, as excursões de pesquisa de moda já são uma modalidade consolidada. É possível encontrar roteiros que contemplam tanto as feiras internacionais quanto lugares super inspiradores espalhados pelo mundo.

A N.Marinho Moda é uma empresa especializada em excursões de pesquisa em moda. Geralmente os grupos são formados com cerca de 15 profissionais das áreas de moda e marketing. A empresa já está com roteiros prontos para o primeiro semestre do ano que vem.

Só para dar água na boca, entre os dias 16 e 18 de janeiro de 2020 a N.Marinho Moda já está formando grupos para um dos grandes eventos para pesquisa de moda: a feira Pitti Immagine Bimbo, em Fortezza da Basso, em Florença.

É uma ótima oportunidade para aproveitar e estender a pesquisa de moda não só pela cidade, mas também por Praga e Milão. Já para março, o destino é Hong Kong, passando antes por Londres e Barcelona.

Aproveite essas dicas e coloque em prática sua pesquisa de moda. Com o material colhido com certeza a sua nova coleção de moda vai ser um sucesso total no mercado.

Agora que você já sabe como fazer esse planejamento, aproveite e conheça os principais eventos de moda que acontecem no Brasil e inclua na sua programação!

Com tecnologia RFID, Haco comemora participação no Latam Retail Show

Com tecnologia RFID, Haco comemora participação no Latam Retail Show

A Haco marcou presença no evento latam Retail Show, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 27 e 29/08. Nos três dias de evento, centenas de pessoas passaram pelo stand da empresa, que apresentou a tecnologia RFID. Um dos destaques do stand da empresa de 91 anos foi o jogo de realidade virtual, onde os participantes vivenciaram as vantagens e os ganhos da aplicação da tecnologia RFID no varejo.

Na avaliação do gerente de marketing da empresa, Bruno Brandão, os três dias de feira foram muito importantes, pois foi possível entrar em contato com diferentes mercados e apresentar a expertise da Haco, que possui quase um centenário de experiência em identificação de moda.

participação no Latam Retail Showparticipação no Latam Retail Show

“A Haco é extremamente conhecida no mercado da moda, calçado, acessórios e varejo. Agora, mais do que nunca, está dando um novo salto. Hospitais, clínicas, mercado de pets, dentre outros, nem sempre conhecem esta tecnologia que pode trazer muitos benefícios para os negócios. Estamos tendo oportunidade de apresentar nossas soluções”, afirmou.

Para o gerente de Negócios RFID, Lorival Bublitz, é um marco para a Haco estar em um evento desta envergadura. “Atualmente se fala muito em experiência do consumidor, levantamento de dados e mapeamento de jornada de cliente. Nossa tecnologia é totalmente necessária para esses tipos de aplicação. Somos pioneiros no mercado, falando de RFID há mais de 13 anos”, garantiu.

participação no Latam Retail Show

A tecnologia RFID garante um melhor serviço ao consumidor, precisão de praticamente 100% no controle do estoque e aumento de receita devido ao corte de desperdícios e furtos. Saiba mais sobre a tecnologia RFID.

Evento debate futuro do mercado

Este ano o evento na capital paulista teve como tema principal ‘A transformação virtuosa do mercado e consumo: última chamada’ e abordou todas as transformações pelas quais o mercado e a forma de consumir vêm passando.  O governador do estado de São Paulo, João Doria, o diretor de Compras e Marketing das Pernambucanas, Alberto Kohn e o Country Manager da Amazon Brasil, Alex Szapiro, estavam entre os palestrantes.

Etiquetagem de produtos têxteis: entenda sobre o regulamento Técnico do Mercosul

Etiquetagem de produtos têxteis: entenda sobre o regulamento Técnico do Mercosul

Desde o dia 12 de julho de 2019, através da portaria 296, foi estabelecido o Regulamento Técnico do Mercosul sobre a Etiquetagem de Produtos Têxteis. Isso significa que todos os produtos têxteis fabricados no Brasil ou importados e comercializados em território nacional deverão estar em conformidade com as diretrizes estabelecidas.

A norma visa estabelecer uma identificação correta e clara de tecidos, fios e roupas de forma a melhorar a experiência de compra do consumidor, além do tratamento, limpeza e conservação dos produtos ao longo de sua vida útil.

No Brasil, o órgão responsável pela implantação e cumprimento do Regulamento Técnico sobre Etiquetagem de Produtos Têxteis é o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O acordo envolve ainda os demais países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai).

Por que a nova etiquetagem de produtos têxteis é tão importante?

O novo regulamento sobre etiquetagem de produtos têxteis pretende acompanhar o desenvolvimento tecnológico e dar mais segurança ao consumidor, de forma que seja possível identificar com mais clareza a composição do tecido, seu uso e manutenção.

Por que a nova etiquetagem de produtos têxteis é tão importante?

A correta identificação de etiquetagem se mantém em consonância com os artigos 4º, III e art. 6º, III, Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Para isso, a Resolução 2/08 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) foi revisada, passando a incluir e alterar o conteúdo sobre informações obrigatórias.

O não cumprimento do regulamento técnico sobre etiquetagem pode acarretar em advertência, autuação, devolução de pedidos para as empresas que produzem ou comercializam e multas variáveis.

O que dizem as novas regras de etiquetagem de produtos têxteis

O novo Regulamento Técnico do Mercosul para Etiquetagem de Produtos Têxteis (GMC nº 62/18) revoga a Resolução GMC nº 33/07. A partir da publicação do Inmetro todos os fabricantes nacionais e importadores têm 12 meses para fabricar ou importar em adequação à portaria.

Findo esse prazo, há ainda mais 6 meses para comercializar apenas produtos têxteis que se enquadrem nos novos requisitos.

De acordo com o Capítulo I (Considerações Gerais) do Regulamento Técnico no Mercosul, são considerados produto têxtil (…) aquele que, em estado bruto, semi-beneficiado, beneficiado, semi-manufaturado, manufaturado, semi-confeccionado ou confeccionado, seja composto exclusivamente de fibras ou filamentos têxteis.

Dessa forma, são considerados produtos têxteis:

  • Produtos que possuam, pelo menos, 80% de sua massa constituída por fibras ou filamentos têxteis;
  • Revestimentos de móveis, colchões, travesseiros, almofadas, artigos de acampamento, revestimentos de pisos e forros de aquecimento para calçados e luvas, cujos componentes têxteis representem, pelo menos, 80% de sua massa;
  • Os produtos têxteis incorporados a outros produtos, dos quais passem a fazer parte integrante e necessária, exceto calçados.

Como deve ser a etiquetagem de produtos têxteis

O Capítulo II (Das Informações Obrigatórias) descreve minuciosamente as novas regras de etiquetagem de produtos têxteis.

Por que a nova etiquetagem de produtos têxteis é tão importante?

A partir de agora, por exemplo, o país de origem do produto deve ser precedido das palavras: “Feito no (a)” ou “Fabricado no (a)” ou “Indústria” seguida do adjetivo gentílico do país de origem.

Assim, não serão aceitas somente designações de blocos econômicos, nem indicações por bandeiras de países.

Por outro lado, no Capítulo VII (Tratamentos de Cuidado para a Conservação) a norma estabelece informações obrigatórias de acordo com a norma NM ISO 3758:2013. Estas, poderão ser informadas através de textos, símbolos ou ambos, a saber:

  • A sequência descrita poderá ser apresentada na forma horizontal em uma ou mais linhas ou em uma só coluna.
  • Se todos os processos principais de conservação forem indicados como “não permitidos”, deverá informar-se no “meio” como “produto descartável”.
  • Se o processo de lavagem for indicado como “não permitido”, deverá ser indicado o processo de limpeza profissional (seco ou úmido).
  • Se o processo de secagem em tambor é indicado como “não permitido”, deverá ser indicado um ou mais símbolos de secagem natural que correspondam.
  • Se for indicado o processo de secagem em tambor, poderá ser indicado um ou mais símbolos de secagem natural.
  • Já os símbolos adicionais (Cruz de Santo André, uma barra, dupla barra e pontos) não serão levados em consideração no tamanho do símbolo, ou seja, não devem fazer parte do quadrado imaginário.
  • Símbolo de alvejamento deve ser um triângulo vazado, e não preenchido.

Conclusão

Fabricantes nacionais e importadores precisam ajustar os produtos têxteis fabricados ou importados ao novo Regulamento Técnico do Mercosul sobre etiquetagem. Apenas os que estiveram em consonância com as exigências poderão ser comercializados em território nacional.

O não cumprimento da portaria 296 publicada pelo Inmetro em 12 de julho de 2019 implicará em penalidades que podem incluir do cancelamento de pedidos a multas variáveis.

Etiquetagem de produtos têxteis: entenda sobre o regulamento Técnico do Mercosul

Com isso, o regulamento para etiquetagem melhora a experiência do consumidor, prestando informações mais claras e assertivas sobre a composição, origem, limpeza e manutenção do material.

Dessa forma, com as novas diretrizes, ganham todos, já que há mais clareza na relação com o consumidor, gerando mais confiança nas marcas, e mais valor agregado a cada produto têxtil comercializado.

Você pode conferir a portaria 296 completa publicada pelo Inmetro em 12 de julho de 2019 clicando aqui.

Fique atento às novas regras de etiquetagem de produtos têxteis e aproveite para saber como garantir mais sustentabilidade para o seu negócio através da gestão ambiental de resíduos.

Tendência de moda: conheça diferentes formas de agregar valor às peças denim

Tendência de moda: conheça diferentes formas de agregar valor às peças denim

Agregar valor à sua coleção é criar diferenciais que façam com que o público-alvo se identifique com o seu produto. Uma das melhores formas de conseguir isso é através da aplicação da tendência de moda à sua coleção denim.

O material, aliás, já começa levando vantagem, já que é um clássico do mundo da moda. Mesmo assim, sair do lugar-comum é imprescindível para quem quer destaque no mercado.

Explorando o mundo da WGSN Denim, conseguimos captar muitas ideias de como valorizar suas peças investindo na identificação de marca e criando diferenciais dentro das principais tendências de moda.

Tendência de moda atual: adote o upcycling

Design, criatividade, inovação e alinhamento com o mercado. Qualidades e características que são indispensáveis a qualquer estilista – mas sempre se pode ir muito mais além.

Tendência de moda atual: adote o upcycling Tendência de moda atual: adote o upcycling Tendência de moda atual: adote o upcycling

Como reflexo do momento em que vivemos, a moda também incorpora valores da sociedade. Assim a sustentabilidade, um dos maiores pontos vitais do mundo moderno, é também uma das maiores tendências de moda.

O upclycling, ou reaproveitamento consciente, já tomou conta das passarelas, assim como das ruas. O conceito, que se transformou em movimento, ganha cada vez mais força, agregando valor às coleções de forma individualizada e criativa. Veja como.

Dê adeus ao desperdício

A tendência de moda é a moda consciente. O fast fashion fica cada vez mais distante em um mundo em que o reuso pode ser a receita de sobrevivência do meio ambiente. Abraçar a causa é ser humano, ser natural, ser inteligente – e ter estilo.

Nesse conceito, o desperdício não tem espaço. E ele começa já na modelagem, no corte, nos acabamentos. É preciso pensar no design criativo e enxuto no aproveitamento do tecido, reduzindo aparas e sobras.

Tendência de moda: Dê adeus ao desperdício Tendência de moda: Dê adeus ao desperdício Tendência de moda: Dê adeus ao desperdício

Recrie seu processo criativo. Repense antes de riscar, reimagine antes de cortar, reavalie antes de fechar. Caso queira aprofundar-se no assunto, indicamos o livro Moda com Propósito: manifesto pela grande virada, do escritor e empreendedor André Carvalhal.

Escolha tecidos reciclados 

A escolha do tecido é um dos pontos altos do upcycling como tendência de moda. Desconstrução e reconstrução são palavras-chave, onde peças antigas se abrem, se unem e se fundem com outras para uma criação renovada.

O que sobrou da coleção passada e está parado é a matéria-prima perfeita para ser combinada com tecidos reciclados. Não só no seu estoque, mas também nos das fábricas.

Escolha tecidos reciclados upcycling como tendência de moda Escolha tecidos reciclados upcycling como tendência de moda Escolha tecidos reciclados upcycling como tendência de moda

Além de economizar aproveitando o que sobrou da sua coleção, você reduz gastos comprando o material mais barato dos próprios fabricantes.

Agregue valor também utilizando jeans reciclados, produzidos a partir de 30% a 100% de material reaproveitado. Um passo largo para a preferência do consumidor, cada vez mais exigente e sustentável.

Tire vantagem dos designs híbridos

Uma das grandes vantagens do denim é sua combinação fácil com outros tecidos e tirar vantagem disso é necessário, essencial.

Uma grande tendência de moda é o design híbrido, totalmente presente nas passarelas, ruas e feiras de moda.

Misture pedaços de peças já utilizadas de outros tecidos, outras cores, estamparias. Não existe combinação impossível. O mix de texturas cria diferenciais e agrega valor à coleção.

Contrastes e imperfeições devem ser evidenciados. Não esconda, crie destaques. Baseie suas peças nas principais tendências de moda, investindo em itens básicos que têm o espírito do upcycling.

Saias, calças, blazeres, coletes e vestidos. Crie contrastes de claro e escuro, texturas e cores de forma alinhada à sua proposta. Nos casacos e jaquetas, por exemplo, painéis de tecidos diferentes ganham apelo funcional.

Inspire-se nas grandes marcas, procure ficar antenado com o que está rolando nos principais eventos. Leia livros, informe-se, estude. Lembre-se que sua criatividade deve estar alinhada às principais tendências de moda, mas aprender com a História é fundamental.

Trend alert: agregue valor com os enfeites certos no denim

Outra grande tendência de moda tem um toque ao mesmo tempo retrô, conceitual e futurista: os enfeites nos jeans femininos e masculinos.

Vinda diretamente da era disco, a extravagância dos brilhos exagerados ganha uma pegada sustentável com os jeans reciclados e os paetês biodegradáveis. Aposte em tons ofuscantes que tomam toda a peça ou destacam painéis.

Trend alert: agregue valor com os enfeites certos no denim Trend alert: agregue valor com os enfeites certos no denim Trend alert: agregue valor com os enfeites certos no denim

Por outro lado, strass e tachas aplicados em estruturas acolchoadas aparecem na modelagem maxi, outra releitura dos anos 80. Vale destaque para o denim cru, sem ou com lavagem mínima.

Pedrinhas de strass devem ser aplicadas em desenhos, realçando frases ou criando desenhos. Na peça inteira elas dão o tom da festa. Inspire-se na icônica Juicy Couture e brinque de fazer brilhar.

Aqui a tendência de moda é “mais é melhor”. Exagere, combine logotipos com elementos de brilho, pérolas gigantes, franjas de correntes. O streetwear vira luxo e extravagância.

Incorpore diferenciais com a identificação de marca

A etiqueta certa realça a identificação da sua marca e agrega valor. Mais do que uma tendência de moda, a inovação tecnológica é definitiva e transformadora. Tirar vantagem disso é praticamente uma obrigação no mundo da moda.

Para isso, defina formatos e materiais de acordo com a sua coleção, incorporando a identificação de marca ao design.

Aposte nas etiquetas personalizadas para enriquecer detalhes. Crie um visual único combinando acabamentos, cores, bordados ou estamparias exclusivas com alta definição e qualidade.

Incorpore diferenciais com a identificação de marca

Usar os cadarços coloridos ou cores mais neutras pode ser um grande diferencial para suas peças denim. É uma super tendência de moda e que domina as passarelas, além de serem cadarços lindos e estilosos, agregarão ainda mais valor para suas peças denim, e que podem ser personalizadas com a cara da sua marca e coleção.

Diversifique e surpreenda com tags nos mais diferentes formatos e materiais – de acordo com cada nicho da sua coleção de moda.

Use a criatividade para destacar sua marca e inovar com tecnologia de ponta em adesivos termocolantes e autocolantes, transfers, bandeirinhas, plaquinhas de metal e lacres de autenticidade.

Defina sua estratégia e incorpore a identificação da sua marca ao denim de forma bonita, confortável e durável. A etiqueta certa está sempre lá: ela transforma os detalhes em pontos fortes valorizando a peça esteticamente e aumentando seu valor de mercado.

Baixe nosso infográfico e descubra como tornar suas coleções de moda muito mais especiais com os pack de identificação de marca da Haco! | Haco

Denim: o tecido que nasceu para ser uma eterna tendência de moda

Quando, em 1853, Levi Strauss decidiu criar uma roupa resistente para a mineração, não imaginou que seria o responsável por uma das maiores tendências de moda ao longo dos tempos.

A desconfortável lona de sua ideia inicial foi substituída por um tipo de algodão sarjado francês, na época conhecido como Tecido de Nimes – ou Denim. Mais de 30 anos depois a ficha de que tinha alguma coisa especial nas mãos já tinha caído.

Levi Straus decidiu então tingir as peças de azul com uma planta chamada indigus – criando assim outro ícone da História da moda, o indigus blue.

Mas foi mesmo a partir da década de 30 que se tornou impossível segurar a moda, já que as calças foram parar no figuro dos filmes western.

Dali para a fama mundial 20 anos depois foi um pulo, capitaneada como símbolo de rebeldia por celebridades como James Dean, Marlon Brando e Elvis Presley.

Ícone criado, usado e consagrado, o denim tem sua história própria, realidade melhor do que qualquer filme. Uma história que quanto mais se conhece, mais apaixonante se torna essa eterna tendência de moda.

Quer descobrir outras formas de agregar valor à sua coleção de moda? Clique aqui e descubra tudo sobre o assunto!

Trend House #10 A décima edição da nossa revista Trend House traz um conteúdo exclusivo sobre a nova coleção de books Haco na Visão do Estilista Alexandre Herchcovitch. Acesse agora!

RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

A Haco participa do Latam Retail Show, um dos maiores eventos destinados ao varejo brasileiro. O encontro acontece de 27 a 29/08, em São Paulo, e reunirá conteúdo de relevância estratégica, como as transformações digitais, comportamentais e econômicas pelas quais o mercado e a forma de consumir estão passando.  A Haco divulgará a tecnologia RFID, um sistema de etiquetas tecnológicas que melhora a logística, inibe a falsificação de produtos e proporciona melhores experiências ao cliente.

Este ano o evento na capital paulista terá como tema principal ‘A transformação virtuosa do mercado e consumo: última chamada’ e tem como objetivo abordar todas as transformações pelas quais o mercado e a forma de consumir vêm passando.

RFID da Haco participa do evento Latam Retail Show em São Paulo

O maior exemplo desta velocidade é a China, e este será um dos diversos pontos abordados no Congresso: entender esta urgência e como estas mudanças refletem no mercado brasileiro.

Haco divulgará tecnologia RFID

O stand do RFID proporcionará experiências únicas e diferenciadas aos participantes, de modo que possam vivenciar as facilidades que a tecnologias pode agregar. A tecnologia RFID garante um melhor serviço ao consumidor, precisão de praticamente 100% no controle do estoque e um aumento de receita devido ao corte de desperdícios e furtos.

– Saiba mais sobre a tecnologia RFID;

Evento debate futuro do mercado

Para esta edição de 2019 o LATAM Retail Show abordará palestras e painéis exclusivos com os principais líderes do mercado como as transformações afetam todo o ecossistema de negócios: indústrias, varejistas, shopping centers, franquias, colaboradores, fornecedores, parceiros, investidores até chegar ao cliente final.

Serão três dias de palestras com conteúdo intenso com mais de 250 palestrantes renomados aprofundando como a transformação afeta todos os pilares do varejo.

Serviço

O quê: Latam Retail Show

Quando: 27 a 29 de agosto, das 10h às 20h

Onde: Expo Center Norte, rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo

Inscrições: https://latamretailshow.com.br/

Conheça os eventos de moda que acontecem no Brasil

Conheça os eventos de moda que acontecem no Brasil

Não importa em qual segmento do mundo fashion você trabalhe, acompanhar os eventos de moda que rolam pelo Brasil é fundamental. Mais do que apresentar tendências, eles são um verdadeiro termômetro da sociedade, um reflexo do que está acontecendo – e do que está por vir.

Além disso, há toda a parte tecnológica, claro, onde são apresentadas as últimas novidades do mercado. Isso sem falar na genialidade criativa e surpreendente de alguns designers de moda e do networking. Afinal, cada evento é uma oportunidade incrível de travar novos conhecimentos, parcerias e amizades.

Veja os eventos de moda que acontecem no Brasil e programe-se.

Principais eventos de moda no Brasil

  1. São Paulo Fashion Week (São Paulo – SP)

Maior evento de moda do país, o mais importante da América Latina e o quinto maior do mundo, o São Paulo Fashion Week é um acontecimento obrigatório para quem vive da moda.

Principais eventos de moda no Brasil: São Paulo Fashion Week

Criado em 1966, hoje seu maior diferencial é a aproximação com o comércio varejista. Disputadíssimo, o evento conta com a participação de estilistas famosos mundialmente, como Alexandre Herchcovitch, parceiro da Haco, e Reinaldo Lourenço.

O evento é ainda o responsável pelo lançamento de modelos como Gisele Bündchen, Isabeli Fontana e Lucas Mascarini.

O São Paulo Fashion Week acontece duas vezes por ano: entre março e abril para as coleções primavera/verão e entre outubro e novembro para as coleções outono/inverno.

  1. DFB – Dragão Fashion Brasil  – (Fortaleza – CE)

O DFB – Dragão Fashion Brasil acaba de completar 20 anos em 2019. Criado por Claudio e Elena Silveira, o acontecimento anual geralmente acontece em maio e é hoje a maior fashion week autoral da América Latina.

Principais eventos de moda no Brasil: DFB - Dragão Fashion Brasil

Tendo como base os maiores nomes da moda nordestina, este ano o evento contou com designers como David Lee, Lindebergue Fernandes, Almerinda Maria, Melk Z-Da, Wagner Kallieno, Jeferson Ribeiro, Ronaldo Silvestre, Kallil Nepomuceno, Rendá por Camila Arraes e D’Aura.

Nos últimos anos o evento de moda tem investido pesado no beachwear, seguindo o conceito, segundo Claudio Silveira, de que para o cearense a praia é mais do que um acaso geográfico, mas uma definidora da vocação de empreendedorismo e inovação do povo.

O evento mantém ainda uma tradição, o Concurso dos Novos, que reúne estudantes de faculdades do Ceará, Pará, Paraná, Piaui, Rio de Janeiro e São Paulo.

  1. Inspira+ (São Paulo – SP)

Para quem está em busca de novidades nos eventos de moda, o Inspira+ não pode faltar. O único salão de design e inovação de materiais da América Latina lança a cada semestre mais de mil materiais desenvolvidos pelos participantes do evento.

O evento acontece em dois dias em São Paulo para empresários dos segmentos calçadista, confecção e moveleiro, além de estilistas, designers e formadores de opinião.

Principais eventos de moda no Brasil: Inspira+

Este ano o evento, que aconteceu no início de julho, contou com mais de 180 expositores de todo o país com soluções em tecidos, acessórios, solados, laminados, couros, muito mais para os setores de moda e mobiliário.

  1. Casa de Criadores (São Paulo – SP)

A Casa dos Criadores é um dos principais eventos de moda autoral que acontece duas vezes por ano em São Paulo – geralmente em julho/agosto e novembro/dezembro.

Considerado o maior acontecimento lançador de novos estilistas da moda brasileira, a Casa de Criadores surgiu em 1997 com foco na criação autoral genuína e a revelação de novos talentos.

A Haco esteve presente em várias edições sempre apoiando os novos estilistas, como Igor Dadona, Ben e Diego Malicheski da marca Rocio Canvas.

Principais eventos de moda no Brasil: Casa de Criadores

Hoje o movimento incorpora estilistas e criadores de todos os estados, nos mais variados estágios da carreira. Marcelo Sommer, Cavalera, Ronaldo Fraga, Marcelo Quadros, Carlota Joaquina, André Lima, Karlla Girotto, Mário Queiroz, V.Rom e Lorenzo Merlino são alguns dos nomes lançados pela Cassa de Criadores.

A 45ª edição da Casa de Criadores aconteceu de 3 a 8 de julho de 2019.

  1. Denim Meeting

O Denim Meeting acontece em cidades brasileiras consideradas os principais polos da indústria denim, como Balneário Camboriú (SC), São Paulo (SP), Maringá (PR), Goiânia (GO) e Caruaru (PE).

Referência no mercado jeanswear, o Denim Meeting é um dos eventos de moda que não podem faltar no calendário de quem quer ficar alinhado com as principais tendências. Foi no Denim Meeting que a Haco fez o lançamento do seu Book de produtos 2019.

Principais eventos de moda no Brasil: Denim Meeting

Principal encontro dos protagonistas da indústria têxtil, o evento reúne exposição, palestras, entrevistas, workshops e talkshows para sintonizar tendências nacionais e internacionais ao contexto de cada região. A próxima edição acontece no dia 7 de agosto, em Maringá.

  1. Moda Rio Moda (Rio de Janeiro – RJ)

Considerado um dos eventos de moda mais importantes do país, Rio Moda Rio chegou em 2016 em substituição à Rio Fashion Week, mas o primeiro desfile, que seria em 2017, acabou sendo adiado e só aconteceu em janeiro de 2018, no Píer Mauá.

Principais eventos de moda no Brasil: Moda Rio Moda

A nova formatação apresenta grifes nacionais, mas é também voltada a outras formas de cultura, como a gastronomia e a música. A ideia é manter o espírito carioca com bastante referências cotidianas na passarela, mas sempre com muito luxo e glamour.

  1. ID Fashion (Curitiba – PR)

Com sua quarta edição em setembro de 2018, o ID Fashion se consolida nos cenários dos melhores eventos de moda. O encontro reúne marcas tradicionais e já tradicionais no mercado ao lado de novos nomes do cenário da moda.

Principais eventos de moda no Brasil: ID Fashion

Confira aqui o desfile das marcas mais representativas do mercado conforme o site do ID Fashion:

  • Catwalk: Desfiles intimistas, com apresentações das coleções das marcas mais representativas e originais do mercado de moda paranaense, realizados em um ambiente lúdico e inspirador.
  • Living Lab & Store: Espaço de exposição interativa e comercialização das coleções das marcas participantes. Uma ação que proporciona aos empresários a oportunidade de relacionamento e feedback de consumidores, formadores de opinião e de especialistas do setor.
  • User Experience: Uma mostra para o grande público dos bastidores e dos processos por trás da indústria da moda, por meio de espaços de vivências e experimentações durante o evento. Alinhado ao tema, e por meio de parcerias, o User Experience desta 4ª edição traz um hackathon de moda, com o intuito de integrar novas tecnologias ao universo do vestuário (wearables) e do varejo de moda.
  • Id Talk: O ID Talk é um bate-papo interativo, mediado por especialistas, com a presença de personalidades e profissionais renomados da indústria da moda nacional. O objetivo é provocar reflexões sobre temas pertinentes ao setor e ao consumo contemporâneo.
  1. São Paulo Prêt à Porter (São Paulo – SP)

Mais um dos eventos de moda que já conquistaram reconhecimento internacional, o São Paulo Prêt à Porter é uma feira que tem como principal foco a criação de oportunidades de negócios para pequenas indústrias e confecções.

Principais eventos de moda no Brasil: São Paulo Prêt à Porter

Para isso, o evento aposta na integração de fornecedores, expositores e comerciantes mundiais, acontecendo 100% integrada à Couromoda, no Expo Center Norte. A próxima feira anual acontece de 13 a 15 de janeiro de 2020.

  1. Capital Fashion Week (Brasília – DF)

Criado em 2005, o Capital Fashion Week ocorre anualmente em Brasília, geralmente em dezembro. Como um dos maiores eventos de moda do país, tem como principal foco o lançamento nacional de jovens estilistas da região centro-oeste.

Principais eventos de moda no Brasil: Capital Fashion Week

Estes, por sua vez, são selecionados através do concurso Novos Talentos, com a orientação do estilista Jum Nakao e com desfiles patrocinados pelo CFW. O evento procura ainda a valorização das fábricas e confecções de joias, bolsas, sapatos, acessórios e artesanato em geral.

  1. Minas Trend (Belo Horizonte – MG)

O Minas Trend é um dos eventos de moda mais importantes do país, tornando-se referência em pré-lançamentos. Em abril de 2019, a 24ª edição apresentou as tendências para a primavera/verão 2020.

O principal foco do acontecimento é fomentar a moda mineira com base na inclusão e na sustentabilidade. Além dos desfiles, o evento conta com atrações culturais, gastronômicas, palestras e exposições.

Principais eventos de moda no Brasil: Minas Trend

Ao reunir no mesmo lugar expositores de vestuário, calçados, bolsas, joias e bijuterias o Minas Trend se torna um enorme salão de negócios para a indústria da moda.

  1. Festival do Jeans Toritama (Toritama – PE)

Em sua 18ª edição, o Festival do Jeans Toritama se consolida cada vez mais no calendário dos eventos de moda.

Sua última edição, de 2 a 4 de maio de 2019, reuniu 20 mil pessoas em torno das principais tendências outono-inverno de 60 marcas parceiras. No total foram quase 30 desfiles, 20 marcas em exposição em 55 stands e mais de uma dezena de shows musicais.

Principais eventos de moda no Brasil: Festival do Jeans Toritama

O maior encontro de moda de Pernambuco foi criado em 2001 pela Prefeitura para impulsionar a produção local. Hoje a cidade de Toritama responde por 16% da produção total do jeans nacional.

Além dos eventos de moda há várias formas de buscar inspiração para suas criações. Confira aqui 10 dicas de livros de moda que vão ajudar a ter uma visão mais global do mundo fashion!

Haco faz versão do logotipo nas cores da bandeira LGBT+

Haco faz versão do logotipo nas cores da bandeira LGBT+

Na semana em que é comemorado o Dia do Orgulho LGBT+, a Haco optou por participar do movimento nacional e em apoio à causa fez uma versão do logo nas cores da bandeira do arco-íris, que simboliza o movimento. O ato faz parte de uma série de ações nas redes sociais desenvolvidas para estimular e celebrar a identidade dos colaboradores, clientes e parceiros.

De acordo com o dicionário, a palavra “identidade” – que motivou a campanha da Haco – significa uma série de características próprias de uma pessoa por meio das quais podemos distingui-la. Aquilo que contribui para que seja ela mesma, de mãos dadas com sua singularidade e originalidade. A identidade nos caracteriza e nos reafirma perante uma sociedade composta pela pluralidade. E assim deve ser.

PRIDE

Nós, da Haco, produzimos identidade e acreditamos em uma sociedade e organizações que acolham e incentivem as características individuais das pessoas, em busca de um mundo onde tenhamos orgulho de ser quem somos. “Posicionar-se neste momento importante é o primeiro passo na direção da mudança que queremos”, afirma o gerente de Marketing da Haco, Bruno Brandão.

O movimento acontece durante o mês de junho e marcas de todo o mundo uniram-se em torno do objetivo e promovem ações de inclusão e conscientização a respeito do tema.

A Haco é líder de mercado

A Haco entrega para o mercado soluções em identificação de marca e mantém fábricas nas cidades de Blumenau e Massaranduba (SC), na cidade de Eusébio, região metropolitana de Fortaleza (CE) e em Covilhã, em Portugal. Em 2018 comemorou 90 anos de história e continua investindo para manter-se como a melhor e a mais completa empresa do mercado de identificação de marcas.

Dentre várias iniciativas, apoia novos talentos da moda brasileira que ganham o mundo com coleções autorais e, para seus clientes, entrega Books de Tendências com mais de 400 propostas de produtos para auxiliar estilistas e diretores de marcas.

 

Gestão ambiental: saiba o que fazer com os resíduos têxteis

Gestão ambiental: saiba o que fazer com os resíduos têxteis

A gestão ambiental de resíduos têxteis têm sido um dos maiores desafios enfrentados pelo setor. E não é para menos: o Brasil é o quarto maior parque produtivo do mundo, de acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

No entanto, várias iniciativas criativas têm mostrado que não só essa gestão ambiental é viável, como pode ser muito lucrativa.

O descarte correto dos resíduos têxteis vai além da educação ambiental, transformando-se em renda extra para a própria indústria e também diferenciais perante um público cada vez mais exigente por soluções sustentáveis.

Mas afinal, o que são os resíduos têxteis?

Toda sobra de produção ou restos que parecem não terem mais utilidade são resíduos têxteis – que não só devem ser descartados adequadamente como podem, sim, ser reaproveitados.

A questão é tão séria que há, inclusive, uma lei que determina o máximo de reaproveitamento, reciclagem e minimização dos resíduos têxteis a Lei 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A falta de gestão ambiental, portanto, seja por falta de informação ou pura negligência, pode ser responsabilizada criminalmente.

Por outro lado, a própria gestão ambiental dos resíduos têxteis traz vários benefícios para a indústria.

Um deles, por exemplo, é a geração de um desenvolvimento sustentável, identificando deficiências do processo produtivo que podem evitar custos desnecessários e desperdícios.

Da mesma forma, a coleta seletiva eficiente pode ajudar as indústrias têxteis a fazerem mais dinheiro.

Aparas e retalhos podem ser utilizados não só pela própria empresa, mas também em outras tipologias industriais, como a automobilística, fabricação de barbantes, mantas acústicas, produtos esportivos, artesanatos etc.

Apesar disso, a maioria acaba indo para o lixo comum, sobrecarregando os aterros sanitários.

De acordo com a Abit, estima-se que no mínimo sejam geradas 170 mil toneladas de resíduos têxteis por ano no país. O cálculo toma por base uma perda média de 10% do tecido no processo de corte para a confecção.

Desse total, ainda segundo a Associação, 40% são processados por empresas de reciclagem, mas a maioria, 60% (cerca de 100 mil toneladas) são descartados nos aterros sanitários.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

A educação ambiental deve fazer parte da rotina das indústrias têxteis. Dados de 2016 da Inteligência de Mercado (Iemi) mostram que no mercado de vestuário brasileiro é o segundo maior empregador, atrás apenas da Indústria de Transformação.

No total, são mais de 23 mil indústrias gerando mais de 1,10 milhão de empregos diretos e cerca de 6 bilhões de peças produzidas.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Não fica difícil imaginar a quantidade de resíduos têxteis gerados. A gestão ambiental deve, portanto, atuar em diversas frentes. Uma delas é a adoção de medidas que reduzam a produção de retalhos.

Para isso, o primeiro passo é uma mudança de mentalidade. Cada retalho, na verdade, um dia foi comprado como matéria-prima, portanto aproveitá-los ao máximo possível é aumentar o retorno sobre investimento.

Essa redução do desperdício deve ser feita já no planejamento do corte, otimizando o aproveitamento dos tecidos e dos moldes. O ideal é que a perda não chegue a 10%.

Por outro lado, o reaproveitamento precisa ser bem planejado. Há vários tipos de resíduos têxteis que podem contaminar esses retalhos – aí sim tornando-os inúteis para o mercado comprador ou de difícil gestão ambiental. Separá-los e acondicioná-los da forma correta é fundamental.

Por fim, o próprio processo produtivo deve ser repensado de forma a abarcar novos produtos a partir desses retalhos.

Um exemplo de sucesso é o projeto Retrama, desenvolvido pela Fundação Hermann Hering, em Blumenau. Os resíduos têxteis da Hering que seriam jogados fora são transformados em bolsas, cachepôs, chaveiros, jogos americanos, aventais, vasos, etc. Os produtos são feitos de forma artesanal por costureiras aposentadas de cooperativas parceiras da Fundação.

Assim, retalhos tanto podem ser utilizados como detalhes dentro das novas coleções, para a confecção de outras peças ou ainda comercializados com ONGs de apoio a artesãos. Confira aqui mais detalhes sobre o Projeto Trama Afetiva, da Fundação Hermann Hering.

Indústrias têxteis dão bons exemplos de gestão ambiental

Ainda que sejam minoria, não faltam bons exemplos de gestão ambiental, assim como o da Hering. Veja alguns cases de sucesso.

Vicunha Têxtil: reaproveitamento de fios e orientação ao consumidor

A Vicunha Têxtil, por exemplo, segue um rigoroso Sistema de Gestão Ambiental (SGA) potencializando a utilização dos recursos naturais, reduzindo a geração de resíduos e garantindo o perfeito armazenamento e destinação responsáveis.

Para se ter uma ideia, a implantação de um de seus programas ambientais na unidade 1, produtora de índigo no Distrito Industrial de Maracanaú (CE), registrou um ganho médio de 890 mil metros de tecido ao ano.

Através de um processo otimizado, toneladas de fios que antes eram transformadas em estopa passaram a se tornar tecido de primeira qualidade.

Além de produtos alinhados com a proteção ambiental, os consumidores são também orientados a agir de forma sustentável. Todas as etiquetas dos produtos Vicunha, por exemplo, trazem instruções sobre o descarte correto dos resíduos têxteis.

Farm: upcycling com doação de retalhos para artesãs

A Farm está sempre falando sobre sustentabilidade com seus consumidores. No mês de aniversário as clientes VIP Adoro Farm recebem capas de almofadas feitas pelas artesãs do Toque de Mãos e produzidas com tecidos reaproveitados.

A solução de upcycling rende cerca de R$ 7 mil a mais para cada artesã. No total são 70 kg de retalhos doados mensalmente para o Toque de Mãos, da rede Asta. A parceria, que teve início em abril de 2018, já reaproveitou mais de 4 mil quilos de tecidos que iriam para o lixo.

No total a parceria abrange 28 grupos produtivos do Rio de Janeiro, que têm como compromisso retirar os sacos na data marcada, não utilizar os tecidos para a confecção de roupas e colocar a etiqueta da parceria em cada produto.

Altenburg: projeto Arte Social em parceria com a Prefeitura

Em Blumenau a fábrica de roupas de cama Altenburg criou o projeto Arte Social em parceria com a prefeitura local. Através da doação de retalhos para grupos produtivos assistidos pelo programa são confeccionadas almofadas com formatos de peixe, aplicações de fuxico e tirinhas de tecido.

O lucro com a venda é revertido para as comunidades carentes. Assim, 50% são destinados a entidades de Blumenau e os outros 50% às cidades em que os produtos são vendidos.

Brandili Têxtil: fios ecológicos a partir dos resíduos têxteis

A fabricante de roupas infantis Brandili tem cerca de 20 procedimentos e ações com foco na preservação ambiental e na redução do impacto no meio-ambiente. Uma das medidas é o reaproveitamento de resíduos têxteis para a fabricação de fios ecológicos.

O processo conta com empresas parceiras que colaboram para a transformação dos resíduos têxteis e garrafas PET em malhas de fios ecológicos. Como resultado, além da redução do impacto ambiental, houve geração de empregos para a fase de triagem e redução de cerca de R$ 15 mil mensais em custos com transporte e uso de aterros sanitários.

Hering: linha de produtos alternativos

A já citada Hering é um ótimo exemplo de boa gestão ambiental de resíduos têxteis e vai muito além da lojinha com produtos alternativos.

Em 2016 a Fundação Herman Hering criou o projeto Trama Afetiva, que orienta estudantes e profissionais para as práticas da chamada economia afetiva.

A primeira edição do projeto reuniu nomes como o de Alexandre Herchcovitch, parceiro da Haco, Marcelo Rosenbaum e Patrícia Centurion.

A experiência colaborativa que acontece sob a batuta do jornalista e diretor criativo Jackson Araujo gira em torno da reciclagem com foco em design, moda e empreendedorismo.

Na segunda edição, em 2018, o foco foi o reaproveitamento de malhas de algodão de estoques antigos e de resíduos têxteis gerados pela Cia. Hering.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Além de Alexandre Herchcovitch e Marcelo Rosenbaum, que repetiram a dobradinha, participou ainda a estilista Itiana Pasetti, co-fundadora da marca Revoada, que reutiliza câmaras de pneus e nylon de guarda-chuvas como matérias-primas para produzir bolsas, mochilas e carteiras.

No final de 2017 a Fundação Hermann Hering e a Trama Afetiva criaram uma startup de moda dentro da própria Hering para discutir a reutilização do resíduo têxtil.

Seis meses depois surgiu o projeto Folha, que lançou sua primeira coleção feita apenas com material já existente. Para os idealizadores, é um ganho duplo: mais geração de dinheiro e ganho de espaço.

Upcycling dentro do upcycling

Por outro lado, o setor de talharia da Hering repassa retalhos e sobras de tecidos tanto para os trameiros criarem novos produtos, quanto para as cooperativas parceiras que reproduzem os materiais desenvolvidos.

No entanto, essa mesma produção acaba gerando novos resíduos têxteis, micro sobras que já não têm possibilidade de uso. Entra em cena então uma nova parceria, dessa vez com a Eurofios.

A empresa recebe essas micro sobras, separa, seleciona e consegue reciclar ainda mais desfibrando tudo e criando novos fios. Hoje a empresa é a maior do Brasil na produção de barbantes ecológicos.

As cores, por sua vez, são sólidas e resultantes apenas da seleção dos resíduos têxteis, evitando a utilização de água e de tingimentos no processo de produção.

Gestão ambiental: menos desperdício, mais dinheiro, sustentabilidade e valor agregado

Qualquer investimento em gestão ambiental feita pelas indústrias têxteis está longe de ser um gasto, mas um ganho de diversas formas.

Havendo menos desperdício no corte e na modelagem, há a valorização da matéria-prima.

Dessa forma há redução dos resíduos têxteis, o que, por si só já gera redução nos gastos – com perdas, transporte e uso de aterros sanitários.

Gestão ambiental deve fazer parte da cultura

Assim é menor o impacto ambiental, mas também maior a economia da empresa.

Por outro lado, o reaproveitamento dos resíduos têxteis – seja em novos produtos, venda para outras empresas, ou doação para projetos sociais – gera renda que pode ser revestida em qualquer setor.

Ao se tornar um agente multiplicador de educação ambiental e atitudes sustentáveis, como através de informações de descarte responsável nas etiquetas, por exemplo, há geração de valor para o consumidor.

A gestão ambiental dos resíduos têxteis se torna um ciclo de benefícios praticamente inesgotáveis para as indústrias têxteis. Basta ter vontade.

Aproveite para conhecer as dicas de Alexandre Herchcovitch para agregar mais valor à sua coleção de moda e descubra como conquistar de vez seu público-alvo!